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Casos de Polícia - Ed. 582

Causos de Polícia Comentários 05 de agosto de 2016

Notas Gerais


Sem sentido
A Laíse foi para a academia mais cedo, para voltar mais cedo. Ela mora na Vila Jaiara. Malhou por quase duas horas e decidiu retornar. Nem se deu conta de que o perigo estava bem à sua frente. Um elemento desconhecido a agarrou pelos cabelos e começou a gritar que queria dinheiro. Ela, assustada, levantou os dois braços e disse que não tinha. O bandido ficou furioso e cortou o braço da Laíse com um canivete. Disse que era para ela aprender a não andar sem dinheiro. Ato contínuo saiu correndo. Ele para um lado, a Laíse para o outro. Ela voltou à academia, de onde ligou para a Polícia.

Ladrões covardes
O Daniel, na companhia da esposa e de um neto, estava no interior de seu Toyota Corola, perto de um supermercado, na Avenida Brasil Norte. De repente, do nada, apareceram dois bandidos. Cada qual mais mal encarado do que o outro. O vidro estava abaixado e um dos ladrões gritou para a família descer. “Desço não...” disse o Daniel. “Desce sim...”, disse o bandido. E, apontou-lhe um tremendo 38, cheinho de balas. “Vou descer”, disse o Daniel. E, desceu. Os bandidos entraram no carro e sumiram, Levaram documentos, dinheiro e celulares.

Assaltada no ponto
Sete e pouco da noite e a Yara estava na Praça Bom Jesus esperando o ônibus. Iria para casa descansar, depois de um árduo dia de trabalho. Não deu tempo... Um embaixador do “reino das trevas” a abordou, com uma faca na mão e foi logo dizendo: “passa a garna aí, tia. Ou a senhora prefere ir para o IML?”. A Yara tremeu da cabeça aos pés e entregou a bolsa para o bandidão. Este, de forma debochada, ainda agradeceu e foi embora. A Yara foi para a delegacia registrar a ocorrência.

O taradão
Moradora de Nerópolis, a mulher de inicial T. estava em casa, quando o Max chegou. O Max é vizinho dela e tem uma ficha não muito recomendável. “Passo umas drogas se você fizer amor comigo”, disse ele. “Quero não”, disse a T. “Mas já transamos uma vez”, retrucou ele. “Sim, mas agora não quero mais, estou casada!”, respondeu ela. “Então vai na marra mesmo", gritou o Max. E partiu para cima da mulher que tem, apenas, 18 anos. Rola daqui, rola dali e o padrasto de T. chegou. Entrou na confusão e deu uma paulada nas costas do Max. Chamaram a Polícia e a viatura veio como o carro do Batman. Em dois segundos. A confusão piorou, porque a mãe da T. apareceu e começou a tirar satisfações. O Max já estava com a cara toda amarrotada. Os policiais, então, acomodaram a galera toda no cubículo da viatura e seguiram para a delegacia. Foi todo mundo se explicar ao delegado de plantão.

Visita fatal
A Tânia precisava resolver uma questão com uma amiga no Jundiaí Industrial. Aproximava-se das oito da noite e ela resolveu ir. “Ainda tá cedo. Já-já eu volto”, disse ela. Mas, quando estacionou o Cross Fox em frente à casa da amiga, quem apareceu primeiro foi uma dupla de marginais. Ela olhou e viu um revólver tamanho família apontado para o seu nariz. “Dá a chave, dona, não pia, não mexe, se não a senhora vai virar defunto aqui mesmo!” disse o desaforado bandido. Tânia ficou sem saída. Os marginais entraram no carro e mandaram que ela tocasse em frente. Depois de alguns metros, ela parou e deixou que os marginais levassem o veículo. Dentro dele, documentos, cartões bancários, 70 reais em dinheiro e outros objetos de uso pessoal.

Surpresa cruel
Dez da noite e o Gleydson, acompanhado da Dayana, acabava de chegar em casa, na Vila Popular MC. Nem deu tempo de abrir o portão, porque chegou uma moto com dois elementos. Eram assaltantes. A Dayana desceu e um dos bandidos tomou sua bolsa com 600 reais e vários objetos de valor. Quando o Gleydson ia descendo, o outro bandido apontou-lhe uma arma e mandou que ele ficasse quieto. O assaltante que estava no chão entrou no carro e mandou que ele dirigisse rumo à Avenida Brasil Sul. Na altura do condomínio Sunflower, mandaram que Gleydson parasse e descesse. Ele obedeceu. Os bandidos, então, foram embora, levando seu Pálio ELX com vários pertences no interior.

Boca de fumo
Estava um entra-e-sai danado em uma casa no Jardim Bom Clima. Toda hora chegavam motos, carros, bikes, caminhonetas, etc. Os vizinhos desconfiaram e chamaram a PM. Não deu outra... O local era uma “boca de fumo” e lá foram encontrados a Maria (de 22 anos) e o menor de inicial J. (de 17 anos). Dentro da casa, quase cinco quilos de maconha que estava sendo vendida em porções. “O bagulho é meu”, disse o menor. “Seu nada, chefia... você está é querendo livrar a cara da dona aí”, falou o experiente policial. Ele sabe que menor, por lei, não fica muito tempo apreendido. Mas, pelo sim, pelo não, os militares decidiram levar o casal para a delegacia. “Lá o doutor delegado sabe o que fazer. A nossa parte está cumprida”, disse ele. E, assim ocorreu. Maria e o menor foram entregues à autoridade da Policia Civil.

Chegando em casa
O Wilson, que mora na Rua Nova Olinda, Vila Alexandrina, estava chegando em casa por volta de dez da noite. Vinha todo alegre, pois o Flamengo acabara de ganhar do América de Minas. E, absorto pela vitória do “Mengão”, ele nem viu se aproximar uma moto com dois sujeitos. Eram assaltantes e, sem maiores delongas, apontaram-lhe um revólver reluzente, todo lubrificado e com seis balas no tambor. “Já entendi...” disse o Wilson, resignado. Entregou o celular, 30 reais em dinheiro vivo e disse que ficou feliz por não ter sido agredido pelos assaltantes.

Autor(a): Nilton Pereira

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