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Casos de Polícia - Ed. 580

Causos de Polícia Comentários 22 de julho de 2016

Notas Gerais


Quanta covardia!
A maldade sai do centro urbano e alcança pacatos cidadãos que moram nos setores mais afastados. O Emerson, com problemas auditivos, foi cercado por dois elementos quando transitava pela Vila de São Vicente, mais conhecida por “Igrejinha”. Os dois eram bandidos e foram, logo, assaltando o Emerson, com uma baita faca. Tomaram-lhe 60 reais em dinheiro, seus documentos, seu chapéu e, pasmem, o aparelho que ele usava para ouvir melhor. Covardia maior, não é possível.

Ficou sem o carro
Graciane deixou seu carro na oficina do Lucas, para consertar a parte elétrica. Por lá, apareceram dois elementos armados e disseram que iriam levar o Siena. Não deram maiores explicações. E, levaram... O dono da oficina disse que não teve como reagir e, em companhia da proprietária, foi ao Plantão Policial registrar a queixa. A oficina fica na Rua Rio Araguaia, Vila Operária.

Garoto assaltado
O menor de inicial M. vende bombons para ajudar nas despesas de casa. Ele mora no Conjunto Vila Verde. Esta semana ele estava perto do Colégio “Zeca Batista” na Vila Góis, quando foi surpreendido por um elemento que ele disse nunca ter visto na vida. O elemento era ladrão e tomou todo o dinheiro do garoto. Não satisfeito, ainda jogou a bandeja de bombons no chão e, por incrível que pareça, saiu dando risadas. Isto aconteceu às oito e meia da noite. Registro no Plantão Policial.

Caminhada sinistra
O Edilson disse, no Plantão Policial, que fazia caminhada com uma amiga pela Rua Sargento Euclides, no Polocentro. Batiam um animado papo, falando de música, cinema, férias e outras coisas do gênero. De repente, dois mal-encarados apareceram e foram logo dizendo que eram bandidos, que não tinham medo da polícia, que queriam dinheiro e celular. A “operação” durou poucos minutos. Os marginais desapareceram como fumaça. Mais adiante, o Edilson encontrou sua carteira jogada no chão. Sem o dinheiro, é claro.

As brigonas
A Leila estava falando mal da mãe da Jennifer. Ela ficou sabendo e foi lá tirar satisfações com ela. “Falei e falo. Não tenho medo de você, nem de sua mãe”, disse a Leila. “Ah, é?... Então vamos ver...”, disse a Jennifer. E o pau quebrou. A Leila, mais experiente, deu uma sova na Jennifer. Primeiro, enforcando-a. Depois, deu-lhe umas pancadas com um pedaço de madeira. Veio a turma do “deixa-disso” e apartou as brigonas. A Jennifer foi ao Plantão e ficou sabendo que tem, até, seis meses para representar contra a agressora. A briga foi na Vila São Joaquim.

Mãe e filha
Idelma estava no ponto de ônibus, na Avenida Pedro Ludovico, Bairro Paraíso, esperando a condução, às seis da manhã. Ia para o trabalho. Ela viu um FIAT Uno de cor prata, com a pintura bem desgastada, passar e dar a volta no quarteirão. O carro parou pertinho dela e o passageiro desceu. E, já desceu com uma faca na mão. “Passa o celular, passa o celular!”, gritou o bandido. E tomou-lhe uma caixinha que estava em sua mão. Só que, na caixinha estavam eram os óculos da Idelma. O bandido ficou furioso e ameaçou matá-la. Ela, então, entregou o aparelho que estava escondido. Por que ela escondera o celular? Porque, dias antes, sua filha fora vítima de assalto, no mesmo ponto e ficou sem o celular. A Idelma acredita que sejam os mesmos bandidos.

Cunhado e cunhada
Érica e seu cunhado Paulo seguiam pela Avenida Universitária a bordo de um FIAT Stillo. Bem em frente ao Anashopping outro veículo emparelhou-se com eles e um dos ocupantes apontou-lhes uma arma. Mandou que parassem. Eles pararam. Os bandidos, então, entraram no carro e expulsaram os dois cunhados, fugindo com o veículo da Érica. Não havia nem escurecido direito. Era pouco mais de seis e meia da tarde e a Avenida estava movimentada.

Visita fatal
A Maria Cristina estava na casa de sua sobrinha no Residencial Leblon. Fora fazer uma visita para matar saudades dos familiares. Mas, não contava que seria assaltada. Dois embaixadores do reino das trevas em um carro escuro, que ela não soube descrever a marca nem o modelo, apareceram do nada e foram dando voz de assalto. Levaram o carro da Maria Cristina, 150 reais em dinheiro, aparelhos de fisioterapia e documentos pessoais.

Casal bandido
O Augusto acabara de sacar 900 reais em uma agência bancária perto do Hospital Municipal, e ia todo tranquilo pela rua. Foi quando um casal se aproximou dele. A mulher, aparentando 22 a 25 anos, dirigiu-lhe a palavra. “Oi, tio. Tudo bem? A gente tem uma surpresa pro senhor”. O Augusto disse que não era tio do casal e que não queria conversa. “Mas, a gente quer falar com o senhor. Aliás, a gente quer, mesmo, é o dinheiro que o senhor sacou agora mesmo ali no caixa eletrônico. E, se o senhor não der o dinheiro, a sua família vai gastar muito mais com o seu funeral, porque eu vou te matar aqui no meio da rua”, disse o desaforado acompanhante da mulher. E, Apontou um baita revólver para o Augusto. Fazer o quê? Ele entregou o dinheiro e o bandido olhou para sua cintura e viu um canivete. “Vou levar isto também”, disse o marginal, arrancando o utensílio. O casal sumiu. O relógio marcava 11 e meia do dia, com o sol rachando de quente.

Autor(a): Nilton Pereira

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