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Casos de Polícia - Ed. 561

Causos de Polícia Comentários 16 de maro de 2016

Notas Gerais


Adeus, moto
Aline saiu do trabalho em uma empresa do DAIA já perto de onze da noite. Com medo de cair, ela diminuiu a velocidade da moto ao passar por um quebra-molas. Mas, foi surpreendida por dois elementos armados com pedaços de pau que lhe deram voz de assalto. Além de entregar a moto, ela, ainda, foi agredida a pauladas. Aline disse que ficou indignada com a ousadia dos bandidos. A moto é uma Honda 125. Ela falou que foi a pior experiência de sua vida.

Deu sorte
O Cristian estava chegando em casa, na Vila Santa Maria de Nazareth, com seu Chevrolet Ônix, de cor branca, quando foi surpreendido por dois bandidos que ocupavam uma moto de cor prata. O assalto durou poucos segundos. Os marginais levaram o carro. Mas, a localização do Ônix do Cristian durou poucos minutos. O carro foi encontrado perto de uma casa de espetáculos no Bairro de Lourdes. Uma testemunha disse que viu dois homens descerem dele e tirarem algumas fotos. Em seguida, foram embora. O carro ficou com um amassado em um dos para-lamas. Estranho...

Carro barato
Policiais da viatura 7460 desconfiaram de um Honda Civic de cor banca desfilando pelas ruas do Parque Residencial das Flores. Resolveram abordá-lo. Dentro do carro estava o Lourivaldo. Conversa vai, conversa vem e ele disse que havia comprado o carro por 10 mil reais. “Só dez mil numa máquina dessa?”, indagou o PM. “É eu achei que era ‘Finan’ (carro financiado e vendido a terceiros)” justificou o Lourivaldo. Mas, não era só isso. O carro estava com placas falsas de Cuiabá e pela numeração do chassi, constatou-se ser fruto de roubo em Goiânia. O Lourivaldo foi detido e pagou fiança de mil reais para responder pelo processo em liberdade.

Na pizzaria
O Max estava em sua pizzaria, no Bairro Boa Vista, em companhia da namorada, da futura sogra e de alguns clientes. Nisso, chegaram três elementos, um deles aparentando ser menor de idade. O Max achou que fossem fregueses. Qual nada! Eram bandidos e, perigosos. Fizeram um verdadeiro limpa. Celular; relógio, dinheiro, tudo o que tinha algum valor. Nisso, ia chegando funcionário da empresa e viu o clima tenso. Deu meia volta e os bandidos se assustaram, iniciando a fuga. O Max quis ir atrás, mas um dos assaltantes disparou um tiro em sua direção e ele desistiu. “Estou desarmado, não sou polícia. Quero morrer não”, disse.

Zona rural
Sílvio estava com a esposa Maria em sua chácara, perto da fábrica da AMBEV, quando chegaram dois elementos de cor negra. Eram assaltantes que, na maior valentia do mundo, foram, logo, amarrando as vítimas e cobrindo suas cabeças com fronhas de travesseiros. Queriam dinheiro e ameaçavam matar todo mundo. Uma hora depois, quando já haviam vasculhado toda a casa, foram embora, levando telefones celulares, outros objetos de valor e a caminhonete Amarok verde, propriedade do Sílvio. Ele, depois que viu os elementos se afastando, pediu socorro a um vizinho e foi atendido.

Briga feia
Quebra pau no Jardim Esperança. A senhora de inicial F. é (ou era) companheira do Marcos. Esse Marcos é da pá virada e seu esporte predileto é bater na coitada. Esta semana eles brigaram e ela disse que não quer mais nada com o Marcos. Mas, ele com muito jeito, fez com que ela mudasse de ideia. Só que, ela foi mexer no celular dele e viu mensagens de outras mulheres, uma delas pedindo dinheiro para comprar um botijão de gás. Foi à procura do Marcos para tirar satisfação. Encontrou-o em um bar, rodeado de outras mulheres, na maior folga. Aí, o caldeirão ferveu. Ela pegou as chaves do carro dele. O Marcos foi atrás. “Vai apanhar, de novo”, sentenciou o homem. Os dois brigaram. Ela pegou um facão e, ele, pegou um pedaço de pau. A mulher levou a pior e sofreu vários espancamentos. A Polícia chegou e levou todo mundo para o plantão. Ela tem seis meses para representar criminalmente contra o agressor.

Furtou do irmão
O Glaidson, casado com a Kelly, é irmão do Willian. Esta semana o casal deu carona para o mano do Glaidson. No banco de trás, uma bermuda do Glaidson com um dinheiro dentro. Coisa de 600 reais. O Willian desceu e o Glaidson foi embora com a Kelly. Quando chegaram em casa, deram falta do dinheiro. Foram atrás do Willian. “Cadê meu dinheiro, seu (impublicável)” disse ele. “Tá doido, mano, que dinheiro?”, respondeu o Willian. “O que estava no bolso da minha bermuda, seu (impublicável)”. “Peguei não, cara”, disse, de novo, o Willian. A coisa esquentou e a polícia chegou bem na hora. Deram uma geral no Willian e não é que ele estava com 580 reais no bolso? “Sei de nada não”, disse ele aos policiais. Mas, uma senhora que passava pelo local aproximou-se com uma carteira na mão: “Achei ali na calçada”, disse ela inocentemente. E, era a carteira do Glaidson. Ai, não teve jeito. O Willian foi levado para o Plantão. Com não tinha 300 reais para pagar a fiança, acabou preso.

Na sorveteria
Calorão de rachar mamona e o Jonathas, em companhia da Simone e do Anderson, refrescava o esqueleto tomando deliciosos sorvetes em um estabelecimento da Avenida Cachoeira Dourada, Vila São Joaquim. Nisto, parou uma moto. “Vai compra picolé”, imaginou o Jonathas. Estava enganado. Em plenas quatro e meia da tarde, os dois ocupantes da moto eram adeptos da arte de subtrair coisas de outrem com o emprego da força, de preferência com o uso de armas de fogo. Um deles desceu de arma em punho e foi dando voz de assalto ao trio de amigos. Levaram tudo, celular, documento se o dinheiro com que iriam pagar os sorvetes. Foi o jeito pendurar a conta. (Colaborou Richardson de Bastos).

Autor(a): Nilton Pereira

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