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Caso Pollyana: Suspeito depõe e nega envolvimento

Justiça Comentários 26 de fevereiro de 2010

Ao prestar depoimento na última quarta-feira,24, ao juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal de Goiânia, o suposto marceneiro Anderson Mariano da Silva, suspeito de matar a publicitária Pollyana Arruda Borges Leopoldino em setembro do ano passado, alegou não ter qualquer envolvimento ou conhecimento do caso


Ao prestar depoimento na última quarta-feira,24, ao juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal de Goiânia, o suposto marceneiro Anderson Mariano da Silva, suspeito de matar a publicitária Pollyana Arruda Borges Leopoldino em setembro do ano passado, alegou não ter qualquer envolvimento ou conhecimento do caso, uma vez que teria sido “confundido” com o “verdadeiro investigado” pela semelhança dos nomes. Durante a audiência preliminar, Anderson Mariano contou que está preso na Deic há mais de 30 dias por roubo de carga e afirmou que perdeu seus documentos. Ele disse ainda que tentou tirar uma nova documentação, mas que sua prisão foi efetuada antes de concluir o procedimento. Com relação à morte de Jesus Pires Soares, em 17 de dezembro de 2005, no Residencial Vale dos Sonhos, o depoente também declarou que não nada a ver com o crime, além de não saber onde está localizado o referido setor e não ter conhecido nenhum outro Anderson Mariano.
Diante da dúvida sobre a verdadeira identidade de Anderson Mariano, o juiz Jesseir Alcântara encaminhou as declarações prestadas pelo suspeito ao delegado Abésio Leite, da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), que está apurando o caso da morte da publicitária. Conforme demonstrado nos autos, a foto de identidade anexada ao processo não é a da mesma pessoa ouvida pelo magistrado, já que o tom de pele e os traços do rosto são completamente diferentes.
O marceneiro Anderson Mariano foi preso há um mês em Araçu por roubo de carga e está sendo investigado como suspeito de matar a publicitária Pollyana Arruda. Segundo o Ministério Público (MP), em dezembro de 2005, ele matou o próprio padrasto, Jesus Pires Soares, por motivo torpe e usando recurso que impossibilitou a defesa da vítima. A ação penal tramita na 1ª Vara Criminal de Goiânia e está a cargo de Jesseir Alcântara. Consta dos autos que Anderson teria matado o padrasto a facadas no dia de seu aniversário de 23 anos. Ele teria contado a amigos que apanhava de Jesus Pires quando criança. (Tribunal de Justiça/Myrelle Motta)

Autor(a): Da Redação

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