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Caso “Periquito”: polícia sustenta que houve homicídio qualificado

Geral Comentários 21 de novembro de 2014

Reconstituição do crime covence delegado que cuida do caso de que foi assassinato


Na segunda-feira, 17, o Grupo de Investigações de Homicídios promoveu a reprodução simulada, ou reconstituição, da cena da morte de Júlio Cesar Ferreira Honorato, conhecido como “Periquito”. Ele foi morto na madrugada do dia 16 de setembro, enquanto saía de uma festa nas proximidades da Estância Vale das Brisas. O delegado Henrique Otto, do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH), responsável pelo caso, voltou a defender que o autor do disparo contra Periquito é Jefferson Renato Ferreira.
O suspeito não compareceu à reconstituição feita pela Polícia Civil. O delegado declarou que “todas as provas (colhidas até o momento, inclusive a reprodução simulada) tem o mesmo peso, depende do contexto”. E pontuou que as informações colhidas na reconstituição serão anexadas ao inquérito policial da morte de Periquito. Ele está convencido de que as provas apresentadas, até o momento, levam a crer que Jefferson Renato Ferreira seja, realmente, o autor do crime.
Conforme relatou o delegado, ficou comprovado que a arma de onde saiu o disparo estava longe da vítima quando Júlio Cesar foi baleado, provando que alguém disparou contra ele. Para Henrique Otto, houve um homicídio qualificado. O depoimento de testemunhas que viram o suspeito correndo “com a arma na mão” na noite da morte de Periquito, também, é levado em consideração para que ele sustente esta hipótese.
Em sua defesa, Jefferson tem dito que o tiro que matou Periquito foi disparado pela própria vítima, com a possibilidade de disparo acidental. Otto, apesar de não descartar esta hipótese, é enfático ao reafirmar que acredita na culpa de Jefferson. O caso continuará sendo investigado pela GIH, que aguarda o laudo da Polícia Técnico-Científica sobre a reprodução simulada do fato. Jefferson Responde ao processo em liberdade.

Autor(a): Felipe Homsi

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