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Caso Cachoeira

Geral Comentários 01 de junho de 2012

Notas Gerais


Depoimento à Justiça adiado
A audiência que o empresário de jogos de azar, Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, na 11ª Vara da Justiça Federal - Seção Judiciária de Goiás, que estava prevista para acontecer na manhã de quinta-feira, 31, foi suspensa ainda na noite anterior, por volta das 22 horas, através de uma liminar concedida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, por um despacho do desembargador Fernando Tourinho. A decisão acabou sendo estendida às demais pessoas que seriam ouvidas - quatro testemunhas de acusação e 11 de defesa, além de oito envolvidos. Carlos Cachoeira segue preso no Complexo Penitenciário da Papuda. Há poucos dias, quando foi depor na CPMI do Congresso Nacional, ele sinalizou que poderia falar à mesma, após o depoimento à Justiça Federal, que, ainda, não tem data para ocorrer. Uma grande operação foi montada para levar Cachoeira até o local onde ele deveria prestar depoimento. Tudo, obviamente, teve de ser desmantelado.

Demóstenes Torres se cala à CPMI
O senador Demóstenes Torres não prestou depoimento na quinta-feira, 31, à Comissão Mista Parlamentar de Inquérito (CPMI) que investiga as relações entre o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e agentes públicos e privados. Embora tenha comparecido, foi aconselhado por seu advogado a permanecer em silêncio, e usou esse direito previsto na Constituição. O silêncio do senador causou tumulto depois que o deputado Silvio Costa (PTB-PE) chamou-o de hipócrita e demagogo. O presidente da CPMI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), dispensou Demóstenes e foi obrigado a encerrar a reunião após uma discussão entre o deputado Silvio Costa (PTB-PE) e o senador Pedro Taques (PDT-MT), porque os ânimos estavam acirrados.
Demóstenes informou que vai encaminhar à comissão a degravação do depoimento que deu ao Conselho de Ética do Senado na terça-feira (29). O senador espera que as explicações que deu no Senado, onde é processado por quebra de decoro, sirvam à CPMI.

Depoimentos dos governadores
A Comissão Mista Parlamentar de Inquérito (CPMI) que investiga as relações entre o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e agentes públicos e privados vai ouvir o governador de Goiás, Marconi Perillo, no dia 12 de junho e o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, no dia 13 de junho. As datas foram acertadas entre a comissão e as lideranças dos partidos dos dois, PSDB e PT, respectivamente. No começo da semana, Marconi Perillo causou alvoroço, ao ir até o Congresso, colocando-se á disposição dos deputados e senadores da CPMI, para prestar esclarecimentos. O presidente da Comissão, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), frisou que as datas dos depoimentos ainda podem mudar, mas acredita que os dias 12 e 13 são os melhores, e não deixam que o clima se acirre ainda mais nessa disputa política.

Balanço dos trabalhos
Conforme declaração do presidente da CPI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), todos os requerimentos na agenda poderão ser votados na próxima reunião administrativa. O parlamentar lembrou que a comissão já votou 300 requerimentos e aprovou pedidos de transferência de mais de 70 sigilos, tendo, ainda, para exame uma gama de informações disponibilizadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coafi). Sobre a suspensão do depoimento de Carlinhos Cachoeira, marcado para quinta-feira, 31, no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Goiânia, Vital disse ser “uma manobra da defesa”, mas assegurou que o contraventor será reconvocado a falar à CPI tão logo preste informações à Justiça de Goiás.

Autor(a): Da Redação

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