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Campanha para doação de medula óssea cadastra em Anápolis

Saúde Comentários 16 de maio de 2014

Campanha realizada pelo Hemocentro com apoio do Corpo de Bombeiros já obteve mais de dois mil cadastros


A campanha para doação de medula óssea realizada pelo Hemocentro, com o apoio e mobilização do Corpo de Bombeiros de Goiás, começou no dia 29 de abril e, em dez dias, conseguiu obter dois mil cadastros de possíveis doadores. A mobilização, que teve início nas redes sociais e prossegue por todas as localidades onde existem quartéis dos Bombeiros no Estado, surgiu a partir do diagnóstico de leucemia linfoide aguda de uma integrante da corporação, a soldado Suzeli Ferreira de Oliveira, de 29 anos, que faz parte da corporação desde 2010, em Jataí, no Sudoeste de Goiás.
A campanha para doação de medula vai cadastrar doadores na próxima terça-feira, dia 13, em Goianésia; no domingo dia 18, no Mutirama, em Goiânia; no dia 19, na Asmego, também em Goiânia; dia 28, em Anápolis e dia 31, em Damolândia.
Podem se cadastrar pessoas que tenham entre 18 e 55 anos, mas a pessoa doadora não pode ser portadora do vírus HIV nem ter tido câncer anteriormente. A coordenadora da Captação do Hemocentro, Ludmila Faria Ferreira, explica que a doação de medula não acarreta nenhum dano à saúde do doador e que existem duas formas de fazê-la. “A primeira se dá por meio de retirada do líquido do osso da bacia do doador, que fica hospitalizado apenas por 24 horas e tem sua medula reconstituída totalmente dentro de apenas 15 dias. E pela outra forma de doação, o doador toma um medicamento que acelera a produção de células-mãe no sangue e o procedimento é feito como se fosse uma doação normal de sangue.
Qualquer pessoa ou empresa que quiser ou necessitar de uma campanha como essa mobilizada pelos Bombeiros poderá solicitá-la gratuitamente junto à Coordenação de Captação do Hemocentro. A solicitação pode ser feita por meio de ofício ou pelo e-mail: medulaosseagoias@gmail.com . O transplante de medula óssea, que antes não era feito em Goiás, hoje se faz no Hospital Araújo Jorge, em Goiânia. De acordo com Ludmila Faria, caso seja necessária a saída da pessoa do Estado para a realização do transplante, toda a despesa será custeada para o doador e um acompanhante pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Segundo Ludmila Faria, o número de doadores aumenta consideravelmente durante campanhas como essa. Ela explica que o número elevado de cadastros é sempre fundamental porque a compatibilidade do doador com o paciente que receberá o transplante tem que ser de 100%, motivo pelo qual a probabilidade de encontrar um doador compatível torna-se sempre muito pequena, de um em um milhão de pessoas. O Brasil possui atualmente o terceiro maior cadastro de doadores de medula óssea do mundo.

Autor(a): Da Redação

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