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Caminhada marca campanha permanente pela paz

Geral Comentários 01 de maio de 2014

Com caráter permanente, a iniciativa terá ao longo do ano uma série de outros eventos envolvendo toda a comunidade


Cerca de mil pessoas, entre lideranças de diversos segmentos organizados de Anápolis e estudantes de escolas públicas e particulares, participaram na última segunda-feira, 28, da caminhada que marcou o início da campanha permanente “Eu sou do bem, eu sou de Deus!”, que é liderada pela Organização Não Governamental Cruzada pela Dignidade, que tem a parceria do CONTEXTO.
A concentração aconteceu no estacionamento do Ginásio Internacional “Newton de Faria”, onde foi realizado o Ato Penitencial com representantes de várias religiões, simbolizando o caráter ecumênico da iniciativa. Foi também dada a largada para outra fase da campanha, que é o chamamento para 100 dias de orações em favor da paz. A caminhada percorreu o setor central da Cidade, retornando ao ponto de partida. Os participantes receberam fitas amarelas, para usar como lembrete sobre a importância de praticar boas ações.
O Juiz de Direito, Carlos Limongi Sterse, presidente de honra da Cruzada pela Dignidade, ressaltou que sendo uma campanha de caráter permanente, outras ações serão realizadas e um dos focos será o trabalho com crianças e adolescentes nas escolas, incentivando-as a promover ações voltadas para o bem de si próprias, das suas famílias e da comunidade e a divulgação dessas ações por meio das redes sociais e aplicativos como Facebook, Twitter e What´s Up, como forma de disseminar a um público maior e, dessa forma, fazer disso uma espécie de corrente.
A Cruzada pela Dignidade, que tem agregada cerca de 300 entidade, vai também desenvolver ações mais específicas de apoio a adolescentes envolvidos em crimes e drogas e seus familiares. Por se tratar de um trabalho voluntário, mesmo que não faça parte de alguma entidade ligada à ONG, as pessoas podem participar das ações, seja apoiando ou trabalhando. O importante, de acordo com Carlos Limongi, é que a sociedade uma as pessoas de bem para combater o mal.
A ideia de fazer essa movimentação surgiu do desejo de trazer à tona fatos positivos, contrapondo-se ao que se vê hoje com uma verdadeira “epidemia” de criminalidade, uso e venda de drogas, abusos sexuais e a corrosão dos valores humanos e princípios religiosos. “Nós somos o lado mais forte e precisamos mostrar e valorizar isso”, ressaltou o magistrado.

Autor(a): Claudius Brito

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