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Câmara de Anápolis lamenta morte de candidato

Política Comentários 14 de agosto de 2014

A sessão ordinária da última quarta-feira,13, foi impactada pela morte do ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência da República pelo PSB, Eduardo Campos, cujo avião caiu sobre uma área residencial de Santos (SP)


A sessão ordinária da última quarta-feira,13, foi impactada pela morte do ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência da República pelo PSB, Eduardo Campos, cujo avião caiu sobre uma área residencial de Santos (SP). A confirmação da morte de todas as sete pessoas que estavam a bordo da aeronave foi confirmada pouco antes das 13 horas.
Logo na abertura dos trabalhos, o presidente da Casa Luiz Lacerda (PT) usou da palavra para externar o sentimento de pesar de toda a Câmara Municipal de Anápolis. De acordo com ele, a morte de Campos traz um sentimento de tristeza para o país “Sem dúvida alguma, é uma grande perda para todos nós e para o cenário político do País”, disse Lacerda.
Em seu sexto mandato, o vereador Mauro Severiano (SD) tratou do episódio no pequeno expediente. “Fiquei sabendo dessa tragédia pelo rádio. O Brasil perdeu um grande político, um grande homem, que um dia poderia chegar a governar este País”, opinou Mauro Severiano.
O líder do Executivo na Casa de Leis, Wederson Lopes (PSC) também ofertou seus pesares à família do político e ao Partido Socialista Brasileiro, direcionando seus dizeres ao vereador Jakson Charles, representante da sigla de Eduardo Campos no parlamento anapolino.
Professora Geli (PT) destacou que além do presidenciável, o jato modelo Cessna 560 XL prefixo PR AFA transportava outras seis vítimas, sendo dois pilotos e quatro membros da equipe de campanha de Eduardo; além de ao menos outras cinco pessoas que estavam em terra no momento da queda do avião e tiveram que ser levadas para o hospital.
Único representante do PSB na Câmara de Vereadores, Jakson Charles definiu Eduardo Campos como “líder maior do Partido Socialista Brasileiro”. Usando o grande-expediente, o parlamentar falou da trajetória política do ex-governador pernambucano. “Nove anos depois, o destino novamente golpeia o PSB”, opinou Jakson ao relembrar que Miguel Arraes, avô de Eduardo Campos, também morreu em um 13 de agosto, em 2005.
Por iniciativa de Mauro Severiano, foi apresentado ao plenário, em regime de urgência, uma moção de pesar pela morte de Eduardo Campos. A proposta contou com a assinatura de todos os partidos representados na Casa de Leis. O documento será dirigido à família do socialista.

Autor(a): Da Redação

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