(62) 3317 5500 • comercial@jornalcontexto.net

Caiado busca apoio para projeto que reduz o preço do GLP

Geral Comentários 24 de maio de 2018

Texto estipula alíquota máxima de 12% do ICMS para o produto beneficiando as famílias mais carentes sem condições de arcar com o custo do botijão


O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado, começou a colher as 41 assinaturas para apresentar projeto de resolução que estabelece alíquota máxima de 12% de ICMS para o gás de cozinha. O projeto vai frear a escalada de preços do botijão ocorrida principalmente a partir de 2017 e permitir que as distribuidores pratiquem um preço mais baixo, já que os estados praticam alíquotas que variam de 17% a 25%. O senador já assinou um outro projeto de autoria dos Senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Romero Jucá que estabelece um teto de 18% do ICMS nos combustíveis.
Conforme o senador, a medida vai beneficiar especialmente a população mais carente que se viu sem condições de arcar com os preços médios do botijão de gás de cozinha que saltaram de R$ 57,19, em abril de 2017, para R$ 67 em abril de 2018. Caiado reforça que essa alta de preços excluiu 1,2 milhão de famílias do consumo de gás de cozinha ano passado, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua) do IBGE.
“A alta no preço do gás de cozinha em 2017 fez com que 1,2 milhão de domicílios passassem a usar lenha e carvão na preparação dos alimentos, de acordo com dados da PNAD Contínua, divulgada em abril deste ano pelo IBGE. Em 2017, 12,3 milhões de lares procuraram alternativas ao gás. No ano anterior, 2016, esse número foi de 11,1 milhões de residências. Este dado reflete que 17,6% dos 69,8 milhões de domicílios brasileiros não têm acesso ao gás. São dados concretos concretos que mostram como uma política de preços teve impacto direto e imediato sobre as famílias mais pobres”, atestou Caiado que manifestou apoio a outro projeto apresentado que pretende fixar alíquota máxima de ICMS para combustíveis.
O parlamentar explicou ainda que resolveu apresentar o projeto já que as ações adotadas pela Petrobras após apurar de 84% no produtor de gás de cozinha não foram suficientes para barrar a subida nos preços. O preço final cobrado do consumidor ainda aumentou 19,6% na média nacional. Até a redução de 5% anunciada pela Petrobras nas refinarias este ano não chegou ao consumidor final. “O gás de cozinha é item essencial para as famílias brasileiras. Não é possível manter essa plítica de preços cruel que exclui e leva milhões de brasileiros a uma condição precária”, afirma o senador que lembra que a fixaria de alíquota do ICMS é prerrogativa do Senado, por isso, o projeto não precisa tramitar na Câmara dos Deputados.

Autor(a): Da Redação

Comentários


Deixe seu comentário Dê sua opinião a respeito desta notícia. Seu e-mail não será publicado.


Código Anti Span Incorreto!
Obrigado! Seu comentário foi postado com sucesso!
Falhou! Preencha todos os campos obrigatórios (*)

Baixe o PDF de Edições Anteriores

Arte em Propaganda Arte em Propaganda

+ de Notícias Geral

Previdência alerta para novo golpe de estelionatários

16/11/2018

Os servidores públicos devem estar atentos a um golpe que vem sendo aplicado por estelionatários. Por meio de carta e de co...

Multas e débitos de veículos já podem ser parcelados no cartão

16/11/2018

O parcelamento de infrações de trânsito já estão valendo em Goiás, desde a última segunda-feira, 12, pelo programa Par...

Assembleia Legislativa analisa convalidação do ICMS em Goiás

16/11/2018

O governador José Eliton encaminhou na terça-feira, 13, para apreciação da Assembleia Legislativa, o projeto de lei que c...

Campeonato de Tiro Esportivo reúne mais de 400 competidores do País em Anápolis

16/11/2018

Mais de 400 atiradores de todos os estados brasileiros participam da Etapa Final do XXXI Campeonato Brasileiro e Open Interna...