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Base Aérea de Anápolis será a maior da América do Sul

Geral Comentários 13 de maio de 2016

Dentro de dois anos a unidade estará entre as mais importantes do continente americano


Os novos investimentos do Governo Federal no setor de defesa aérea e outras vertentes da Aeronáutica vão atingir, em cheio, a Cidade de Anápolis. É que, além da chegada dos aviões Gripem, de fabricação sueca, recentemente adquiridos e que começam a chegar em alguns meses, outros projetos e serviços já foram definidos para a implantação da Base Aérea de Anápolis. Tudo isso faz parte do chamado Plano 100, que deve ter a finalização em 2045. Estas informações foram passadas pelo Comandante da Base, Tenente Coronel Aviador Francisco Antunes Neto, durante visita que fez à Associação Comercial e Industrial de Anápolis-ACIA, na noite de quarta-feira, a convite da Diretoria da entidade.
De acordo com o oficial da FAB, há a previsão de se remodelar grande parte do sistema de aviação militar no País, com a desativação de algumas bases, o redirecionamento de estruturas de outras e a ampliação de algumas outras. É o caso da de Anápolis, que terá aumentada a sua capacidade operacional, ela que já é sede, também, do núcleo central do SIVAM (Sistema de Vigilância da Amazônia) o Grupo de Defesa Aérea e outros projetos. Está vindo para Anápolis, também, um esquadrão de aviões Learjet, procedente d e Recife, com especialidade em reconhecimento eletrônico e, até 2020, os supersônicos Gripen. A frota completa, de 36 aeronaves, de acordo com previsões da FAB, será definida em 2014. A previsão é de que nada menos que 70 pilotos estejam sediados em Anápolis. Mas, paralelamente a isso, outros projetos fundamentais para a ampliação da Base estarão em andamento. Dentre eles, o início do projeto denominado KC 390, destinado ao transporte de tropas. Está definida, ainda, a transferência para Anápolis de uma unidade da Artilharia Antiaérea e de novos equipamentos. Também o efetivo da Base Aérea, hoje estimado em 1.400 homens, passará para 1.600, podendo chegar a 2.000. Outra novidade anunciada é a contratação de servidores temporários, principalmente da área técnica, com contratos de, até, oito anos, dentro da ideia de se reduzir o contingente de militares da ativa, para dois terços. Está prevista, também, a terceirização de alguns serviços e uma série de investimentos que, segundo o Comandante da Base, podem chegar aos 250 milhões de reais. Isto inclui infraestrutura, aumento dos núcleos habitacionais (vilas militares) construção de novos hangares, a instalação de um sistema de fotovoltaica (já em estado licitatório) para a geração de energia própria para a unidade, assim como outros investimentos. O Tenente Coronel Francisco Antunes Neto disse, ainda, que há forte tendência de que o desembaraço dos equipamentos procedentes da Suécia, para a montagem dos aviões Gripen, seja feito pelo Porto Seco de Anápolis, o que gerará muitas divisas em termos de tributação para o Município.
Comércio Exterior
A Reunião Ordinária de Diretoria da Associação Comercial e Industrial de Anápolis, na noite de quarta-feira, 11, teve, ainda, a presença do Superintendente de Comércio Exterior do Governo do Estado empresário Willian (Bill) O’Dwyer. Ele fez um balanço geral dos negócios internacionais a partir de Goiás e mostrou que, apesar da crise que assola o Brasil como um todo, este segmento econômico tem sido uma boa válvula de escape para Goiás. Falou de uma missão diplomática que chefiará nos próximos dias ao Uruguai, ao Chile e à Argentina, quando novos negócios deverão ser entabulados pelos empresários goianos com representantes desses três países.
Bill O’Dwyer mostrou, em números, a evolução do comércio exterior a partir de Goiás, com sucessivos recordes sendo estabelecidos. Em abril, segundo ele, Goiás exportou 397 produtos para 105 países diferentes. A balança comercial registrou 611 milhões de dólares em exportações e 2ll milhões de dólares em importações. Os produtos mais comercializados são soja e derivados; carnes suína, bovina e de aves; couro, café e milho. Os maiores compradores são China e Países baixos (representados pela Holanda). Segundo Bill O’Dwyer, apesar da queda de 20 por cento no índice de importações, este setor continua sendo um dos que que melhor sustentam a economia regional atualmente. Goiás bateu o recorde de exportações por 28 meses consecutivos. No mês de março último, foi estabelecido o maior da série histórica e, de janeiro a abril, segundo ele, houve um crescimento de quase 30 por cento em relação ao igual período do ano passado.

Autor(a): Da Redação

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