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Assassinatos em via pública preocupam a comunidade

Geral Comentários 15 de julho de 2016

Alguns dos crimes, a princípio, não têm explicações lógicas. Polícia está em busca de pistas


Mesmo com o reforço do policiamento e as constantes blitzen realizadas em pontos estratégicos do Município e região, os crimes de homicídio continuam sendo um desafio para a segurança pública em Anápolis. O que chama a atenção é a forma com que são praticados, muitos deles no meio da rua e em horários atípicos. São várias as versões para esse preocupante índice de assassinatos na Cidade.
Rodrigo Carlos Arantes, de 35 anos, que morava em Campo Limpo de Goiás (a 15 quilômetros de Anápolis) encontrou a morte de forma estranha. De acordo com o que apurou a Polícia, ele teria saído de casa e avisado à mãe que iria se encontrar com um pastor evangélico de nome Tiago, a quem iria pedir orações. De fato, houve o encontro e o religioso disse que ao se despedir de Rodrigo, fechou a porta e instantes depois, ouviu estampidos de arma de fogo. Quando populares correram ao local, já encontraram a vítima sem vida. Conforme os familiares, Tiago não tinha, aparentemente, qualquer envolvimento com coisas ilícitas e nem se soube informar se ele tinha algum desafeto.
Outro assassinato praticado em via pública vitimou Bruno Vítor Lopes, de 23 anos. De acordo com depoimento prestado por seu pai, Ricardo Sérgio, ele saiu de casa, na Vila Formosa, à pé e se dirigiria a um bairro próximo. No caminho, foi alvejado com vários disparos de arma de fogo no local conhecido como “baixadão do João Luiz”, que fica bem próximo de sua residência. Da mesma forma, os familiares da vítima relataram não saber de nenhum problema grave que o envolvia, se ele tinha algum desafeto ou qualquer outra anormalidade. Foi feito o pedido exame cadavérico para o sepultamento.
Na noite do dia 12, outro homicídio em via pública chamou a atenção em Anápolis. Victor Lélis de Araújo, 19 anos, foi baleado numa rotatória da Avenida Cachoeira Dourada, Bairro Paraíso. Segundo testemunhas, os tiros partiram do interior de um carro preto, mas não foi possível anotar a placa e nem a marca do citado veículo. O pai de Victor, Ivanildo Lélis de Araújo, disse que ele tinha uma rixa com uma pessoa residente na Vila União, mas, não soube dizer que teria sido esta a causa da morte do filho. Ainda, de acordo com o genitor de Victor, o rapaz vendia “pedras” (crack) na região, mas não era usuário. Este assassinato foi praticado por volta de oito e meia da noite.

Autor(a): Da Redação

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