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Anápolis se mantém como segundo maior gerador de riquezas

Economia Comentários 23 de dezembro de 2015

Com mudança de metodologia de cálculo, o IBGE divulgou a série revisada do Produto Interno Bruto dos Municípios. No comparativo entre 2013 e 2012, Anápolis teve crescimento nominal de 4,07%


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou o resultado de um dos mais importantes indicadores econômico: o Produto Interno Bruto, com os resultados alcançados pelos municípios. A série do PIB de 2010 a 2013 foi recalculada, através de nova tecnologia adotada pelo instituto.
A boa notícia é que além de registrar um crescimento nominal de 4,07%, passando de R$ 11,570 bilhões em 2012 para R$ 12,041 bilhões em 2013, Anápolis conseguiu se manter como o segundo maior gerador de riquezas em Goiás e agregou à sua economia R$ 470,5 milhões. O Município, no ranking goiano, fica atrás apenas da Capital (Goiânia), que registrou PIB de R$ 40,461 bilhões, em 2013, com incremento de 7,03% em relação ao valor apurado em 2012, que foi de R$ 37,803 bilhões. Aparecida de Goiânia aparece em terceiro, com PIB de R$ 9,899 bilhões em 2013, com crescimento de 14,90% em relação a 2012, quando apurou o valor nominal de R$ 8,615 bilhões.
Completam a lista dos 10 maiores do PIB de 2013 em Goiás: Rio Verde (R$ 7,199 bilhões, 11,31% de crescimento); Catalão (R$ 6,190 bilhões, queda de 6,75%); Itumbiara (R$ 3,686 bilhões, 4.07% de crescimento); Jataí (R$ 3,270 bilhões, 8,66% de crescimento); Luziânia (R$ 3,138 bilhões, 15,32% de crescimento); Senador Canedo (R$ 2,324 bilhões, 39,25% de crescimento) e Cristalina (R$ 1,763 bilhões, 11,34% de crescimento).
Os 10 municípios com menor PIB em Goiás, são: Anhanguera (R$ 14,1 milhões); Cachoeira de Goiás (R$ 19,7 milhões); Teresina de Goiás (R$ 21,1 milhões); Buritinópolis (R$ 22,5 milhões); Jesúpolis (R$ 22,5 milhões); Guaraíta (R$ 24 milhões); Damianópolis (R$ 24,4 milhões); Palmelo (R$ 25,7 milhões); Guarinos (R$ 26 milhões) e Adelândia (R$ 26,4 milhões).
Segundo os dados do IBGE, os municípios com os maiores PIB per capita (ao ano), são: Chapadão do Céu (R$ 114.445,13); Alto Horizonte (R$ 109.786,77) e Perolândia (R$ 97.053,92). Já os municípios com os menores PIBs per capita, são: Teresina de Goiás (R$ 6.581,73); Buritinópolis (R$ 6.642,27) e Novo Gama (6.759,84).
Ainda, em relação ao PIB de Anápolis, os números do IBGE fazem um recorte sobre quatro setores na composição do chamado Valor Agregado. Nesta avaliação, a maior contribuição veio do setor de serviços, com R$ 4,598 bilhões. Em seguida: o setor da indústria, com R$ 3,625 bilhões; o setor de administração (saúde, educação e seguridade social), R$ 986,1 milhões e o setor agropecuário, R$ 41,6 milhões. O PIB per capita ficou em R$ 33.691,62. É importante salientar que este valor per capita não significa distribuição de riqueza, mas somente a divisão do PIB a preço corrente (que é o somatório de todas as riquezas produzidas no Município) pela população estimada, também pelo IBGE, em 366.491 habitantes (2015).

Goiás
Goiás registrou, em 2013, um PIB de 151 bilhões a preço corrente, com aumento de 3,0% em relação a 2012. O PIB per capita registrado foi de R$ 23.470,48. Por setor, os números são os seguintes: Agropecuária (R$ 16,451 bilhões); Indústria (R$ 34,498 bilhões); Serviço (R$ 82,576 bilhões). O Estado ocupa o 17º lugar no ranking nacional do PIB e, Goiânia, entre as capitais, o 11º lugar. O maior PIB entre todos os 5.570 municípios brasileiros é o de São Paulo: R$ 570,7 bilhões.

Autor(a): Da Redação

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