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Anápolis ocupa quarto lugar em casos de violência contra a mulher em Goiás

Polícia Comentários 18 de outubro de 2018

Município figura entre os que mais registraram casos de agressões domésticas, segundo dados da Segurança Pública


Ao completar 12 anos em 2018, a Lei “Maria da Penha”, criada com o objetivo de proteger as mulheres contra todos os tipos de violência, principalmente a doméstica, revela números assustadores. Somente no primeiro semestre deste ano foram computadas, em todo o País, nada menos que 73 mil denúncias do tipo, englobando desde a agressão verbal, ao assassinato, classificado, hoje, como Feminicídio, quando o principal motivo para o crime é o fato de a vítima ser mulher. É bom saber que todo e qualquer tipo de denúncias de violência contra a mulher pode ser feito pelo telefone 180, de qualquer parte do País.
Em Goiás, de acordo com a Secretaria Estadual de Segurança Pública, de janeiro a setembro deste ano foram anotadas 3.185 denúncias de agressões variadas contra a mulher. Os números estão no Painel Estratégico de Segurança do Estado. No mesmo período, em 2017, as ocorrências somaram 3.671 casos, havendo, portanto, uma ligeira diminuição nas estatísticas. O mês de setembro, coincidentemente, foi o recordista em registros, com nada menos que 439 casos.
Goiânia, a Capital do Estado, lidera o número de casos de violência contra a mulher. Nos nove primeiros meses do ano, foram 468 (19,1 por cento). Em seguida, vêm: Luziânia, com 283 casos (11.6 por cento); Formosa, com 265 casos (10,8 por cento); Anápolis, com 258 registros (10,5 por cento), mais Itumbiara, com 251 casos; Rio Verde, com 227 ocorrências; Águas Lindas de Goiás, com 186 casos; Iporá, com 181 registros; Cidade de Goiás, com 174 e Porangatu, com 156 denúncias de crimes contra a mulher.
Segundo os levantamentos da Secretaria de Segurança Pública, o principal motivo das agressões é o fim do relacionamento não aceito pelos companheiros das vítimas. Até setembro, em Goiás, foram registrados 24 casos de feminicídios consumados e 47 tentativas de homicídio contra mulher. No mesmo período, foram anotados 645 casos de descumprimento de medidas protetivas, ou seja, determinações para que o acusado não se aproxime da vítima.


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