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Anápolis gerou mais empregos no mês de setembro

Economia Comentários 26 de outubro de 2017

Apesar da queda de 361 vagas em agosto para 220 em setembro, Município superou cidades importantes.


Anápolis liderou o ranking dos 36 municípios goianos com mais de 30 mil habitantes que mais geraram empregos com carteira assinada em setembro, superando Goiânia; Aparecida de Goiânia; Itumbiara, Catalão e outras importantes cidades do Estado com forte potencial econômico e que, ao longo do ano, apresentaram saldo positivo na oferta de vagas. Além de liderar o ranking das cidades que mais criaram empregos formais, Anápolis manteve, pelo nono mês consecutivo, um saldo positivo na geração de empregos, diferentemente do que ocorreu em 2016, quando o Município sentiu os reflexos negativos da crise econômica com seguidos saldos negativos de empregos.
De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho e Emprego, no mês foram criados 220 novos empregos, um resultado proporcionado pela diferença entre 2.865 admissões e 2.645 desligamentos. Entre os admitidos, 291 trabalhadores foram contratados para o primeiro emprego, 2.503 para o reemprego e 69 através de contrato por prazo determinado. Já, entre os demitidos, 1.677 foram desligados sem justa causa, 391 devido ao fim de contratos de trabalho e sete por morte.
Os dados do CAGED mostram que as funções que mais admitiram foram as de alimentador de linha de produção; servente de pedreiro; auxiliar de escritório, vendedor do comércio varejista e faxineiro. Entre os setores da economia local que mais empregaram o destaque ficou com a área de Serviços, com 150 novas contratações, seguido pela Construção Civil, com 81 e o Comércio, com 14. Em contrapartida, a indústria de transformação foi o setor que apresentou o maior saldo negativo de 18 postos de trabalho, seguido pelo serviço industrial de utilidade pública, com saldo negativo de 14.
Saldos positivos
No ano, Anápolis apresenta um saldo positivo de geração de novos postos de trabalho de 1.154 vagas, das quais 72 foram criadas em janeiro; 60 em fevereiro; 60 em março; 123 em abril; 34 em maio; 85 em junho; 139 em julho, 361 em agosto e 220 em setembro. Neste período, os setores que mais empregaram foram o de Serviços, com 985 novas vagas, a Indústria de Transformação, com 292 e a Construção Civil, com 231. Em relação ao mesmo período do ano passado, o CAGED indica uma redução de empregos formais com um saldo negativo de 609 vagas.
Com o saldo positivo de 220 vagas, Anápolis ficou na liderança entre as 36 cidades goianas com mais de 30 mil habitantes que mais geraram empregos em setembro, seguida por Aparecida de Goiânia, com 160; Morrinhos, com 130; Goiatuba, com 110; Niquelândia, com 96; Itaberaí, com 79; Iporá, com 50; Rio Verde, com 48; Uruaçu, com 45; Senador Canedo, com 42; Jataí, com 38 e Catalão, com 37. Outras cinco cidades, também, apresentaram saldo positivo, com o número de novas vagas variando de 29 a 12.
Lideradas por Cristalina, outras 19 cidades goianas com mais de 30 mil habitantes registraram saldo negativo de empregos formais, também de acordo com o CAGED. São elas: Cristalina (-639); Goiânia (-480); Itumbiara (-410); Valparaíso de Goiás (-320); Mineiros (-217); Goianésia (-181); Minaçu (-166); Formosa (-117); Santa Helena (-110), Quirinópolis (-81) e Inhumas (-72). As oito demais cidades ficaram com saldo negativo variando de 37 a 4.
No Estado, pela primeira vez no ano, Goiás registrou saldo negativo na geração de empregos com 3.493 postos de empregos formais fechados em setembro, um resultado da diferença entre 42.985 admissões e 46.478 desligamentos. Com esse resultado, Goiás ficou na terceira posição entre os nove estados que, também, apresentaram saldo negativo, perdendo apenas para o Rio de Janeiro (-4.769) e Minas Gerais (-4.291).
No País, o saldo, no entanto, foi positivo em 18 das 27 unidades da Federação. A liderança ficou com Pernambuco (13.992), vindo a seguir Santa Catarina (8.011); Alagoas (7.411); Pará (3.283); Paraná (2.801), Bahia (2.297) e Ceará (2,161). Juntos, os 18 Estados com saldo positivo abriram 34.392 novas vagas, no sexto aumento consecutivo e o sétimo de geração positiva de empregos celetistas.

Autor(a): Ferreira Cunha

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