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Anápolis gerou 139 novos empregos formais em julho

Cidade Comentários 18 de agosto de 2017

Melhor desempenho do ano, dados do Caged apontam que Anápolis abriu 573 novos postos de trabalho este ano. Mesmo assim, em relação ao mesmo período de 2016 município apresenta um saldo negativo de 396 vagas


Pelo sétimo mês consecutivo, Anápolis manteve em julho um saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada, alcançando o seu melhor desempenho do ano, com 139 novos postos formais de trabalho. De acordo com estatística do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), no mês foram admitidos 2.670 trabalhadores e demitidos outros 2.531, números que resultaram no saldo positivo de 139 novas vagas.
A estatística do Caged mostra que entre os admitidos, 195 foram contratados para o primeiro emprego e 2.415 para o reemprego. Já entre os demitidos, 435 foram desligados por causa do término de contrato, 1.428 sem justa causa, sete por morte e dois por aposentadoria. Apesar de não haver registro de saldo negativo em nenhum dos sete primeiros meses do ano, em relação ao mesmo período de 2016 os números ainda indicam um saldo negativo de 396 empregos formais, acompanhando uma tendência nacional de pequena redução de desempregados.
Este ano, também de acordo com o Caged, o saldo positivo na geração de empregos é de 573 novas vagas, das quais 72 geradas em janeiro, 60 em fevereiro, 60 em março, 123 em abril, 34 em maio, 85 em junho e 139 em julho. Neste último mês, as funções que mais admitiram foram as de alimentador de linha de produção, vendedor de comércio varejista, auxiliar de escritório, servente de obras, motorista de caminhão, operador de caixa, assistente administrativo, faxineiro, auxiliar de linha de produção farmacêutica e contínuo.
Entre as atividades da economia de Anápolis que mais empregaram em julho, o setor de serviços ficou na liderança com um saldo positivo de 96 novos postos, seguida pelo comércio, que começou a reagir, com um saldo de 28 novas vagas, a indústria de transformação, com 14, serviço industrial de utilidade pública, com 7 e agropecuária, com apenas uma nova vaga. Em contrapartida, depois de três meses de saldo positivo, em julho a construção civil recuou na abertura de novos empregos, com o fechamento de 7 vagas.
Ranking
Entre os municípios goianos com mais de 30 mil habitantes que mais geraram novas vagas de empregos formais, a liderança ficou com Goiânia, com 1.292 postos, seguida por Aparecida de Goiânia, com 1.086, Cristalina, com 1.051, Caldas Novas, com 425, Mineiros, com 393, Jataí, com 187, Luziânia, com 146, Anápolis, com 139, Porangatu, com 132, Inhumas, com 80, Planaltina, com 71, Itaberaí, com 64, Uruaçu, com 61, Águas Lindas, com 41, Senador Canedo, com 34, Rio Verde, com 30, Cidade Ocidental, com 30, Santo Antônio do Descoberto, com 29, Iporá, com 25, Catalão, com 16, Posse, com 16, São Luiz dos Montes Belos, com 16, Goianira, com 14 e Jaraguá, com 12.
Entre os municípios que apresentaram saldo negativo em julho, a liderança ficou com Morrinhos (-772), seguida por Formosa (-518), Itumbiara (-178), Goiatuba (-124), Goianésia (-74), Niquelândia (-66), Santa Helena de Goiás (-59), Minaçu (-33), Quirinópolis (-33), Valparaíso de Goiás (-31), Trindade (-10), e Novo Gama (-7).
No Estado, os números do Caged mostram que em julho Goiás alcançou um dos melhores desempenhos em termos relativos e absolutos na geração de empregos formais, dentre as unidades da Federação. Com 4.745 vagas com carteira assinada, Goiás ficou na terceira posição entre os estados que mais geraram empregos, perdendo apenas para São Paulo, com 21.805 novas vagas e Mato Grosso, com 8.085. Em todo o País, pelo quarto mês consecutivo, o saldo de geração de empregos também foi positivo, com a abertura de 39,5 mil novos vagas formais, No acumulado do ano, os números do Caged apontam a geração de 103.258 postos de trabalho, número que indica que o conjunto da economia vem dando sinais de recuperação.
Mas não foi apenas em julho que Goiás apresentou resultado positvo. De acordo com o Caged, este ano o Estado tem se mostrado o mais estável na geração de empregos em todo o País. Além de terceiro colocado em julho, Goiás é também o terceiro Estado que mais gerou empregos nos sete primeiros meses do ano e o primeiro no ranking dos últimos 12 meses, quando apenas três unidades da Federação tiveram desempenho positivo. Os outros são Santa Catarina e Roraima.

Autor(a): Ferreira Cunha

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