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Anápolis cai posições no ranking do CAGED

Economia Comentários 27 de dezembro de 2018

No mês, foram criados 183 empregos com carteira assinada


Anápolis foi a quinta cidade goiana que mais abriu vagas de trabalho com carteira assinada no penúltimo mês do ano, com 183 novas ofertas de empregos. Novembro foi o quinto mês consecutivo com saldo positivo no mercado de trabalho no Município, um ciclo que ao longo do ano foi quebrado apenas nos meses de junho, com um saldo negativo de 401 vagas e julho, com outro saldo negativo de 197 vagas fechadas.
As 183 vagas geradas em novembro foram o resultado de 2.768 admissões e 2.585 desligamentos, conforme mostra a última estatística do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho e Emprego. A mesma estatística mostra que, entre os admitidos, 210 foram para o primeiro emprego, 2.453 para o reemprego, 95 por contratos de trabalho por prazo determinado. Já entre os demitidos, 1.598 foram desligados sem justa causa, 53 por justa causa, 531 a pedido dos próprios trabalhadores, sete por morte e quatro por aposentadoria.
Os dados do CAGED mostram que os setores que mais empregaram foram o comércio, que superou os demais por conta da contratação de vagas temporárias e efetivas, com um saldo positivo de 243 vagas abertas. O setor de serviços foi o segundo segmento da economia anapolina que mais empregou, com 87 vagas preenchidas. Os demais setores registraram saldo negativo, com a liderança ficando com a indústria de transformação, que fechou 74 vagas, seguida pela construção civil, com um saldo negativo de 68 vagas, o Serviço Industrial de Utilidade Pública, que fechou outras cinco vagas e a agropecuária, que extinguiu uma vaga. O setor extrativo mineral não registrou saldo em novembro.
Também, em novembro, as funções que mais admitiram foram as de vendedor de comércio varejista, alimentador de linha de produção, auxiliar de escritório em geral, operador de caixa e motorista de caminhão. Ao longo do ano, Anápolis já gerou 2.039 empregos, dos quais 1.129 abertos pelo segmento de Serviços, 465 pelo setor da Indústria de Transformação, 435 pelo Comércio e, 10, pelo Serviço Industrial de Utilidade Pública. Em contrapartida, a construção civil apresentou saldo negativo de 93 vagas e o extrativismo mineral outro saldo negativo de duas vagas.

Ranking
Entre os municípios goianos com mais de 30 mil moradores, Anápolis foi a quinta cidade que mais gerou empregos. A estatística do CAGED aponta Itumbiara como líder do ranking, com 245 vagas, seguida por Goiânia (210); Águas Lindas de Goiás (205); Morrinhos (186); Anápolis (183); Inhumas (171); Formosa (164); Jataí (127), Rio Verde (115) e Caldas Novas (52).
No total, 23 municípios apresentaram saldo positivo e outros 13, negativo. A liderança de saldo negativo ficou com Cristalina, onde foram fechados 1.313 postos formais de trabalho em novembro, seguida por Goianésia (-791); Quirinópolis (-190); Luziânia (-114); Senador Canedo (-84); Niquelândia (-79); Planaltina (-76); Catalão (-57), São Luiz dos Montes Belos (-32) e Goiatuba (-24).
A estatística de novembro do CAGED aponta o Estado como a unidade da Federação com a maior variação negativa no saldo de empregos do mês. No total, foram fechados 6.160 postos formais de trabalho, um número resultante de 42.522 admissões e 48.682 desligamentos. No mês, o saldo na geração de empregos foi positivo, apenas, nos setores do comércio, com 2.729 novos empregos; serviços, com 455 e administração pública, com outras 25 novas vagas.
Em todo o País, novembro teve o melhor saldo do mês desde 2010, segundo aponta a estatística. No acumulado do ano já foram gerados 858.415 novos empregos com carteira assinada. Como ocorreu no Estado e em Anápolis, em todo o País, o comércio liderou a geração de empregos (88.857 novas vagas), seguido pelo setor de Serviços (34.319). No entanto, registrou saldo negativo nos segmentos da indústria de transformação (-24.287), agropecuária (-23.692), construção civil (-13.854), administração pública (-1.122), extrativa mineral (-744) e Serviço Industrial de Utilidade Pública (-543).
Por região, o saldo foi positivo em três (Sudeste, Sul e Nordeste) e negativo em duas (Centro-Oeste e Norte). Entretanto, 19 estados apresentaram variação positiva e outros oito, negativa. Os maiores saldos foram para São Paulo (17.754 vagas); Rio de Janeiro (13.700); Rio Grande do Sul (10.121); Santa Catarina (9.192); Paraná (5.450), Espírito Santo (3.248) e Ceará. Os menores saldos ficaram com Goiás (-6.160), Mato Grosso (-3.427), Tocantins (- 1.135), Roraima (-640), Acre (-304), Piauí (-286) e Maranhão (-280).


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