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Anápolis é a 4ª cidade goiana que mais gerou empregos em fevereiro

Economia Comentários 29 de maro de 2018

Foram abertas 378 vagas. No País, o Município ocupa a 59º posição


Anápolis obteve duas importantes posições na última estatística do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho e Emprego. Em fevereiro, a Cidade ficou na quarta posição, no ranking dos municípios goianos que mais geraram empregos com carteira assinada e na 59ª entre as 100 cidades brasileiras com saldo positivo de empregos formais em todo o País, no acumulado de 2018. Outras cidades goianas que entraram neste ranking foram Aparecida de Goiânia, na 25ª posição; Rio Verde na 32ª; Goiânia, na 42ª, Jataí, na 50ª e Cristalina, na 62ª.
Em fevereiro, Anápolis registrou um saldo positivo de 378 de vagas de empregos formais, um resultado da diferença entre 3.087 contratações e 2.709 desligamentos. Em janeiro, o saldo positivo foi de 372 novos empregos celetistas, número que foi aumentado para 399 depois que os dados do mês foram consolidados pelo CAGED. Com essa correção, o Município acumula, nos dois primeiros meses do ano, um saldo positivo de 777 novos, um indicativo de que a economia vem reagindo, depois de um período de crise, desemprego e queda na produção. Em fevereiro do ano passado, o saldo positivo na geração de empregos formais em Anápolis foi de, apenas, 60 vagas, ou seja, 318 a menos em relação ao mesmo mês de 2018.

POR SETORES
Dos oito setores da economia, quatro fecharam fevereiro com saldo positivo - a indústria de transformação, que gerou 350 novas vagas, o setor de serviços, com 170, o serviço industrial de utilidade pública, com outras seis e a agropecuária, com três. Em contrapartida, fecharam o mês com saldo negativo os setores da construção civil (-110) e comércio (-41). O de extração mineral e o de administração pública fecharam o mês com saldo zero.
A mesma estatística mostra que, do total de 3.087 trabalhadores admitidos, 269 foram para o primeiro emprego e 2.758 para o reemprego e 234 contratos com prazo de validade previamente determinado. Já, entre os 2.709 desligamentos, 1.682 foram demitidos sem justa causa, 37 por justa causa, 611 a pedido do próprio trabalhador e 11 por morte. As funções que mais admitiram foram as de alimentador de linha de produção, auxiliar de escritório em geral, faxineiro, vendedor do comércio varejista e moleiro de cereais (exceto arroz).
Para a coordenadora da Unidade de Atendimento do SINE, Milene Souza Mota, depois de um ano de pouca oferta de vagas no mercado de trabalho de Anápolis, os números dos dois primeiros meses do ano sinalizam uma tendência de crescimento em relação a 2017 e anos anteriores. Ela destacou o bom desempenho do Município neste início de ano, afirmando que a Cidade contribui para o bom desempenho do Estado e igualmente dos demais municípios no cenário nacional, com a inclusão de seis cidades goianas no ranking das 100 cidades brasileiras que mais geraram empregos formais no acumulado de 2018.

RANKING
Entre os municípios goianos com mais de 30 mil habitantes que mais abriram vagas de empregos formais em fevereiro, a liderança no ranking ficou com Cristalina, com 552 vagas, seguida por Aparecida de Goiânia, com 468; Catalão, com 394; Anápolis, com 378; Jataí, com 344; Goiatuba, com 245; Rio Verde, com 176; Quirinópolis, com 127; Trindade com 114; Planaltina, com 94; Uruaçu, com 84; Itumbiara com 80; Niquelândia, com 70; Goianésia, com 64; Luziânia, com 52; Valparaíso de Goiás, com 42; Jaraguá e Itaberaí, com 39; Iporá; com 38; Inhumas e Minaçu, com 25; Águas Lindas, com 21; Santo Antônio do Descoberto, com 14; São Luiz dos Montes Belos, com 14, Posse, com 11 e Novo Gama, com 08.
Com saldo negativo, também entre as cidades com mais de 30 mil habitantes, a liderança ficou com Mineiros, com 366 vagas de empregos formais fechadas, seguida por Formosa, onde foram fechadas 347 vagas; Senador Canedo, com menos 98 vagas, Morrinhos, com menos 69, Caldas Novas, com menos 66; Santa Helena, com menos 31; Porangatu, com menos 24; Goiânia, com saldo negativo de 19 vagas e Goianira, com menos 15.
No Estado, os dados do CAGED mostram que Goiás gerou 5.137 vagas de trabalho com carteira assinada, considerado o melhor desempenho da Região Centro-Oeste e o 6º do País, perdendo, apenas, para São Paulo, onde foram abertas 30.040 novas vagas; Santa Catarina, com 16.344; Rio Grande do Sul, com 13.024; Paraná, com 7.703 e Minas Gerais, com 7.288 novos empregos formais. Em todo o País, o saldo foi positivo de 61.188 novas vagas.

Autor(a): Ferreira Cunha

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