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Ano bom em ações para a criança e o adolescente

Geral Comentários 12 de janeiro de 2018

Presidente da Comissão da Criança e Adolescente, o parlamentar, prestou contas das atividades em 2017


Presidente da Comissão da Criança e Adolescente (CCA) da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), o deputado Carlos Antonio (PSDB), considerou o balanço dos trabalhos realizados pela CCA/Alego, em 2017, “extremamente positivo”. A Comissão realizou diversas atividades de ordem administrativa, legislativa e de pesquisa, através de reuniões, visitas técnicas, diligências, averiguação de denúncias, audiências públicas, fóruns, seminários e discussões com a sociedade. Ele também comemorou a oficialização da Frente Parlamentar de Combate à Violência Sexual contra Criança e Adolescente.
“Foi um ano bastante produtivo, de muitas conquistas. Fui reeleito presidente da Frente Parlamentar de Mobilização Nacional Pró-Criança e Adolescente (Fenacria), conseguimos participar mais ativamente do projeto de lei Criança Feliz, e, também, um dos meus maiores orgulhos do ano de 2017, é estar obtendo sucesso entre a relação das prefeituras com os conselhos tutelares”, ressaltou Carlos Antonio.

Projetos
Carlos Antonio propôs 26 projetos de lei, sendo que, destes, 10 voltados especialmente para cuidados das crianças e adolescentes do Estado de Goiás. O projeto nº 1842/16, por exemplo, propõe que crianças de até três anos com deficiência intelectual, múltipla ou microcefalia tenham direito a atendimento especial multidisciplinar. Isso quer dizer que, sempre que necessitarem essas pessoas e suas famílias poderão gozar de maior atenção de assistentes sociais, médicos, psicólogos e educadores.
O Projeto de Lei nº 2411/17 estabelece diretrizes gerais de segurança e de proteção ao idoso em asilos, casas de repouso e similares no âmbito do Estado de Goiás. O parlamentar também conta com o projeto de lei, n°2212/17, que visa o videomonitoramento de creches e escolas no Estado. A proposta pretende obrigar as instituições que funcionam como creches, orfanatos, abrigos e similares, sejam públicas ou privadas, a manter sistema permanentemente de videomonitoramento. Segundo Carlos Antônio será de grande utilidade para a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente e do Ministério Público, que poderão recorrer a essa tecnologia em casos de denúncias de abuso e maus tratos contra crianças e adolescentes.

Autor(a): Da Redação

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