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Anápolis terá Unidade de Pronto Atendimento

Saúde Comentários 11 de setembro de 2009

Ministério da Saúde anuncia a implantação de um mini-hospital com atendimento 24 horas para a cidade, Os recursos já estão liberados


A cidade de Anápolis foi autorizada pelo Ministério da Saúde, para receber uma Unidade de Pronto Atendimento III (UPA III). A informação foi dada pelo secretário municipal de Saúde, Wilmar Martins. Segundo ele, trata-se de uma conquista importante e que irá dinamizar o atendimento hoje prestado à comunidade
O secretário explica que são várias as competências da Unidade de Pronto Atendimento. Ela deve funcionar 24 horas por dia durante toda a semana, acolhendo os pacientes e seus familiares sempre que bus­carem os serviços. Os acolhimentos seguem processo de classificação de risco, considerando a identificação do paciente que necessite de tratamento imediato, estabelecendo o potencial de risco, agravos à saúde entre outros fatores.
Ainda de acordo com Wilmar Martins, também fazem parte das funções da UPA, estabelecer e adotar protocolos de atendimento clínico, de triagem e administrativos. Ela deve estar articulada com a Estratégia de Saúde da Família, Aten­ção Básica, SAMU 192, unidades hospitalares, unidades de apoio diagnóstico e terapêutico e com outros serviços de atenção à saúde do sistema locorregional.
As UPAS prestam ainda atendimento resolutivo e qualificado aos pacientes acometidos por quadros agudos ou agudizados de natureza clínica, e primeiro atendimento aos casos de natureza cirúrgica ou de trauma, estabilizando os pacientes e realizando a investigação diagnóstica inicial, definindo, em todos os casos, a necessidade ou não, de encaminhamento a serviços hospitalares de maior comple­xidade.
Integram o quadro de atribuições das Unidades de Pronto Atendimento: fornecer retaguarda às urgências atendidas pela Atenção Básica; funcionar como local de estabilização de pacientes aten­didos pelo SAMU 192; realizar consulta médica em regime de pronto aten­dimento aos casos de menor gravidade; realizar atendimentos e procedimentos médicos e de enfermagem adequados aos casos críticos ou de maior gravidade; prestar apoio diagnóstico (realização de Raios-X, exa­mes laboratoriais, eletrocardiograma) e terapêutico entre outros.
UPA III - As Unidades de Pronto Atendimento são classificadas em três diferentes portes, de acordo com a população da região a ser coberta, a capacidade instalada - área física, número de leitos disponíveis, recursos humanos e a capacidade diária de realizar atendimentos médicos.

Campanha contra paralisia infantil dia 19
A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) ultima os preparativos para a realização da segunda etapa da campanha nacional de vacinação contra a poliomielite, marcada para o dia 19 próximo. Este ano, o Ministério da Saúde adotou o seguinte slogan para a campanha: “Não dá pra vacilar. Mais uma vez, tem que vacinar”.
Segundo informa a Semusa, mesmo as crianças que tomaram a vacina na campanha do mês de junho/2009 ou que esteja com o cartão de vacina completo, deverão tomar novamente, por isso pais e responsáveis devem levar as crianças ao posto de vacinação mais próximo de sua casa.
Oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a vacina contra a poliomielite está disponível durante todo o ano nos postos de saúde e é também oferecida durante as campanhas de vacinação de rotina. Os bebês devem receber a vacina aos dois, quatro e seis meses. Aos 15 meses, as crianças recebem o primeiro reforço. Mesmo assim, é importante que os menores de cinco anos de idade tomem anualmente as duas doses distribuídas na Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite. Esses reforços são importantes porque a poliomielite é transmitida por três tipos de vírus. Se a criança não desenvolveu a imunidade com relação a um deles, com as várias doses, ela tem oportunidade de se proteger.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), não há circulação do vírus da poliomielite no Brasil e em toda a América Latina. Esse resultado é uma conseqüência das campanhas de vacinação realizadas desde a década de 1980.

Autor(a): Carolina Umbelino

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