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Anápolis está entre as 50 cidades mais ricas do Brasil, segundo o IBGE

Economia Comentários 21 de dezembro de 2013

Dados consolidados divulgados pelo IBGE apontam Anápolis entre as 50 maiores cidades do País em geração de riqueza


Anápolis é a segunda maior geradora de riquezas de Goiás, ficando atrás, apenas, da Capital (Goiânia). O Produto Interno Bruto - PIB dos municípios foi divulgado na última terça-feira, 17, pelo Instituto Mauro Borges (IMB), com base em levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), relativo ao ano de 2011.
Segundo o levantamento do IBGE, o PIB de Goiás em 2011 atingiu, em valores correntes, R$ 111,3 bilhões, registrando taxa de crescimento de 6,7% sobre 2010. Entre os grandes setores de atividade econômica, o destaque ficou por conta da agropecuária, com expansão de 14,1% em volume, cuja participação foi de 12,5% no valor adicionado estadual. Em seguida veio a atividade industrial, que cresceu 5,7%, cuja participação foi de 26,8% do valor adicionado total (VA). A atividade de serviços expandiu 5,6%, com peso de 60,7% na estrutura estadual. Com o resultado, Goiás mantém, desde 2002, a nona posição nacional do ranking dos estados brasileiros.
O Produto Interno Bruto de Anápolis, em 2011, a preços correntes, foi de R$ 12,119 bilhões, com um crescimento de 20,47% frente a 2010, apurado em R$ 10.059 bilhões. O Município é o segundo que mais contribui para a composição do PIB de Goiás, sendo que, nesta avaliação, os 10 melhores no ranking, são: Goiânia (participação de 24,9%); Anápolis (10,9%); Aparecida de Goiânia (5,7%); Rio Verde (5,0%); Catalão (4,4%); Senador Canedo (3,3%); Itumbiara (2,3%); Jataí (2,2%), Luziânia (1,9%) e São Simão (1,3%). Segundo, ainda, o IMB, em 2011 os 10 municípios goianos mais bem posicionados em relação ao PIB, foram responsáveis por 61% de toda riqueza gerada no Estado. Houve aumento de 1,5% na participação dos dez maiores em relação ao ano de 2010, quando estes representavam 60,3% do PIB goiano, o que sinaliza um aumento de concentração de riqueza neste grupo.
Dentre os três grandes setores da economia, o de serviços foi o de maior peso na conformação do PIB de Anápolis, com 51,3%, seguido da indústria, com 48,0% do VA municipal e o setor da agropecuária, que contribuiu com somente com 0,7%.
“O município ganhou participação devido o avanço na indústria de transformação, destaque para o segmento da fabricação de automóveis. Também foi observado aumento na fabricação de medicamentos; produtos farmoquímico, óleos vegetais em bruto e fabricação de artigos do vestuário. No setor de serviços, as maiores participações foram observadas na atividade de comércio, com evidência para o comércio atacadista de medicamentos e de produtos alimentícios; e para o comércio varejista de automóveis. Ainda, na atividade de serviços, houve aumento na participação do setor de transportes, serviços de informação, serviços prestados às empresas e atividades imobiliárias”, destacou o relatório do IMB.

Boom
Conforme apurou o CONTEXTO, na série estatística de 2001 a 2011, ou seja, em 10 anos, Anápolis registrou um crescimento no seu PIB de 540,30%. Nos três grandes grupos da economia, o Valor Adicionado da Indústria foi o que registrou maior crescimento nesse período, com variação de 599.22%, seguido do setor de serviços, 237,27% e agricultura, 205,66%.
O PIB per capita de Anápolis, em 2011, foi apurado pelo IBGE em R$ 30.025,66. Em 2001, era de apenas R$ 6.486,70, uma variação de 362,88%. O Município, entretanto, não está no ranking das 10 cidades com o maior PIB per capita. Este ranking é liderado por Alto Horizonte, com o valor de R$ 99.779,13, seguido de Chapadão do Céu (R$ 85.856,82); São Simão (R$ 83.848,62); Porteirão (R$ 57.649,51); Perolândia (R$ 57.260,21); Turvelândia (R$ 56.685,80); Catalão (R$ 54.913,36); Cachoeira Dourada (R$ 49.816,76); Senador Canedo (R$ 42.838,71) e Montividiu (R$ 41.184,30).

Autor(a): Claudius Brito

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