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Anápolis cresce, mas Aparecida dispara em número de habitantes

Cidade Comentários 30 de agosto de 2014

A estimativa da população dos municípios brasileiros foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística


A população de Anápolis, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), para 2014, é de 361.991 habitantes. O Município mantém a terceira posição entre os 10 maiores do Estado, ficando atrás de Aparecida de Goiânia, com 511.323 habitantes e de Goiânia, que registrou uma estimativa de 1.412.364.
De acordo com os dados do IBGE, os 10 maiores municípios goianos são, também, os que têm população acima de 100 mil habitantes. No total, esses 10 concentram um contingente populacional de 3.342.326 pessoas, o que representa 51,23% do total da população goiana, que é de 6.523.22, conforme a estimativa de 2014. Por outro lado, os 10 municípios menores somam apenas 17.809 habitantes, o que representa 0,27% do total de habitantes do Estado. Anhanguera é o município menos populoso com, somente, 1.093 habitantes.
Os 10 maiores municípios de Goiás, são: Goiânia; Aparecida de Goiânia; Anápolis; Rio Verde; Luziânia; Águas Lindas de Goiás; Valparaíso de Goiás; Trindade, Formosa e Novo Gama. Já, os menores municípios, são: Anhanguera, Lagoa Santa, Cachoeira de Goiás, São João da Paraúna, Moiporá, Água Limpa, São Patrício, Aloândia, Davinópolis e Nova Aurora.
Em relação À estimativa feita pelo IBGE, em 2013, entre os 10 maiores municípios goianos, todos apresentaram aumento no número de habitantes. Entre os três maiores, a situação foi a seguinte: Goiânia subiu de 1.393.575 para 1.412.364 (diferença nominal de 18.789 habitantes); Aparecida de Goiânia saiu de 500.619 para 511.323 (diferença de 10.074) e Anápolis, que pulou de 357.402 para 361.991 (4.589).
No grupo dos municípios com menor número de habitantes, seis tiveram decréscimo populacional: Cachoeira de Goiás (-06); São João da Paraúna (-26); Moiporá (-20);
Água Limpa (-14); São Patrício (-06) e Aloândia (-05). Aumentam o contingente habitacional, neste grupo: Anhanguera (11); Lagoa Santa (29); Davinópolis (04) e Nova Aurora (13).

Brasil
Segundo o IBGE, São Paulo continua sendo o município mais populoso do País, com 11.895.893 habitantes, seguido pelo Rio de Janeiro, 6.453.682 habitantes; Salvador, 2.902.927 habitantes; Brasília, 2.852.372 e Fortaleza, 2.571.896 habitantes. Goiânia é décima segunda colocada no ranking, com 1.412.364. As 25 maiores cidades do Brasil totalizam 51.077.190 habitantes, ou seja, 25,2% do total da população do País, estimada em 202.768.562.
O município goiano de Anhanguera está entre os cinco menos populosos do País, com 1.093 habitantes estimados pelo IBGE. À sua frente estão: Oliveira de Fátima - TO (1.091); Araguainha - MT (1.000); Borá - SP (835) e Serra da Saudade - MG (822). Juntos, os 25 municípios com menor número de habitantes somam, apenas, 32.946 pessoas, o que representa 0,02% da população total do País.

Os 10 municípios mais populosos de Goiás
Goiânia - 1.412.364 habitantes
Aparecida de Goiânia - 511.364 habitantes
Anápolis - 361.991 habitantes
Rio Verde - 202.221 habitantes
Luziânia - 191.139 habitantes
Águas Lindas de Goiás - 182.526 habitantes
Valparaíso de Goiás - 150.005 habitantes
Trindade - 115.470 habitantes
Formosa - 110.388 habitantes
Novo Gama - 104.899 habitantes
Total: 3.342.326

Os 10 municípios menos populosos de Goiás
Anhanguera - 1.093 habitantes
Lagoa Santa - 1.406 habitantes
Cachoeira de Goiás - 1.430 habitantes
São João da Paraúna - 1.623 habitantes
Moiporá - 1.724 habitantes
Água Limpa - 2.007 habitantes
São Patrício - 2.058 habitantes
Aloândia - 2084 habitantes
Davinópolis - 2.123 habitantes
Nova Aurora - 2.168 habitantes
Total: 17.809


Municípios de médio são os que mais crescem

As maiores taxas geométricas de crescimento da população verificadas entre 2013 e 2014 estão nos municípios de “médio porte”, que possuem entre 100 mil e 500 mil habitantes em 2014 (1,12%). Esses municípios, em geral, são importantes centros regionais em seus estados, ou integram as principais regiões metropolitanas do país, configurando-se como áreas de atratividade migratória.
O crescimento nos municípios com mais de 500 mil habitantes (0,84%), por outro lado, é menos acentuado, sendo menor que a média nacional (0,86%). Essa tendência é influenciada, sobretudo, pelo ritmo lento de crescimento de algumas das principais capitais e núcleos metropolitanos, como, por exemplo, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Belém, Recife e São Paulo. Atualmente, as taxas de crescimento dessas capitais se encontram abaixo da média nacional.
Os pequenos municípios brasileiros, em média, apresentam as menores taxas de crescimento populacional entre os anos de 2013 e 2014. O baixo crescimento, ou até decréscimo em muitos casos, pode ser explicado pelo componente migratório, influenciado por seu baixo dinamismo econômico. Para os municípios com população de até 100 mil habitantes, a taxa de crescimento estimada foi de 0,72%.
O município com maior taxa de crescimento entre 2013 e 2014 foi Nova Redenção (BA) com 10,87%, que passou de 8.527 para 9.453 habitantes. O de menor crescimento foi Satuba (AL) com taxa de -15,87%, passando de 15.737 para 13.241 pessoas. Já em relação às capitais, a que mais cresceu foi Palmas (2,91%), de 257.903 para 265.409, e a que menos cresceu foi Porto Alegre (0,32%), de 1.467.823 para 1.472.482 habitantes.

Metodologia
Em 2013, o IBGE divulgou a projeção da população para as unidades da federação do país, por sexo e idade, pelo método das componentes demográficas, o que representou um aprimoramento metodológico. Dessa forma, as estimativas da população residente para os municípios brasileiros, com data de referência em 1º de julho de 2014, foram elaboradas a partir dessa projeção para cada estado, incorporando os resultados dos parâmetros demográficos calculados com base nos resultados do Censo Demográfico 2010 e nas informações mais recentes dos registros de nascimentos e óbitos.

Autor(a): Claudius Brito

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