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Anapolinos pagam menos pela cesta básica, segundo o PROCON

Economia Comentários 05 de julho de 2018

Pesquisa feita pela Secretaria de Defesa do Consumidor, no começo do mês, trouxe a boa notícia


O custo médio da cesta básica em Anápolis apresentou redução de 5,9% em um mês, de acordo com levantamento apresentado pela Secretaria Municipal de Defesa do Consumidor (PROCON) na quinta-feira, 5. Hoje, a média do preço da cesta é de R$ 133,23, sendo que, naúltima aaliaçao estava rm R$ 141,59 - quando houve um aumento de 8,6% em relação ao mês de maio devido à greve dos caminhoneiros.
Responsável pela pasta, o Secretário Robson Torres explicou que, passada a crise do combustível, toda a estrutura de produção e distribuição dos gêneros alimentícios, o preço tende a voltar à normalidade. O item com maior variação de preço desta pesquisa foi o tomate com 223%, já que em alguns locais está sendo comercializado a R$ 1,39 o Kg, enquanto em outros foi encontrado a R$ 4,49 o Kg - o preço médio ficou em R$ 2,49 o Kg.
O pacote de 1 Kg do sal refinado, também, apresentou uma variação significativa de 192%. O menor valor encontrado foi R$ 0,99 e o maior R$ 2,89. A média deste produto R$ 1,69. E o terceiro item com maior variação foi o papel higiênico fino branco (pacote com quatro unidades) com 179%. O maior valor registrado pela equipe do PROCON foi R$ 1,79, sendo que o mais alto foi R$ 4,99. A média deste produto é R$ 3,06.
A pesquisa é um compromisso firmado pelo PROCON/Anápolis com a população de, mensalmente, divulgar os preços de todos os itens que compõe a cesta básica, para garantir a economia do consumidor. “As pessoas devem ter cautela na hora da compra e realizarem, de fato, a consulta e a avaliação de cada item. Esse é o nosso dever de casa”, orienta Robson Torres.
O levantamento foi realizado entre os dias 3 e 4 de julho em seis estabelecimentos comerciais da Cidade, onde 27 itens de alimentação e limpeza doméstica foram catalogados.

GÁS
A respeito do aumento do GLP (gás de cozinha) em 4,6% e da gasolina por conta da atualização do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em Goiás, o secretário Robson Torres, explicou que não impactará no valor da cesta básica.
Primeiro, explica ele, porque o gás não faz parte diretamente dos produtos da cesta básica, e seu uso não se correlaciona necessariamente com a produção, distribuição e comercialização destes mesmos produtos.Segundo, porque os combustíveis, cujo aumento médio nas bombas pode refletir no valor de R$0,11 por litro, é relativo, somente, ao preço da gasolina e etanol e não ao óleo diesel. Robson Torres acrescentou que este último é, sim, utilizado na logística de distribuição dos produtos da Cesta Básica, e que pode, sim, impactar no valor final de cada produto, já que interfere no preço do frete.

Autor(a): Da Redação

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