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Ambulantes já começam a invadir a Cidade

Economia Comentários 23 de novembro de 2018

Fiscalização da Prefeitura atua para controlar esta invasão


Com a aproximação dos festejos de final de ano, uma média diária de quatro vendedores ambulantes de outras cidades desembarcam em Anápolis para vender os mais variados tipos de produtos nas ruas da área central, onde já é grande o número de camelôs cadastrados pela Prefeitura, ocupando calçadas e as laterais de ruas, com bancas bem próximas ao meio fio. Como conseqüência desses desembarques diários, a Divisão de Fiscalização e Posturas decidiu intensificar a fiscalização em toda a cidade, principalmente na área central, considerado o local preferido pelos vendedores ambulantes por causa da grande movimentação de pessoas e a conseqüente possibilidade de encontrar compradores para os produtos comercializados pelos camelôs.
“Não vamos permitir que vendedores ambulantes de outras cidades venham para Anápolis neste final de ano para vender o que quer que seja em ruas, praças e calçadas, principalmente na área central”, promete o gerente de Fiscalização e Posturas, Jeremias Vidal revelando que esta semana foram flagrados uma média de quatro novos vendedores ambulantes instalando suas bancas no centro da cidade. Além de não terem autorização para instalar suas bancas, o gerente de Fiscalização e Posturas informou que os camelôs procuram os melhores pontos para vender suas mercadorias.
Segundo ele, os locais preferidos desses novos ambulantes são as ruas Engenheiro Portela, General Joaquim Inácio e as praças Americano do Brasil e Bom Jesus. “Ninguém quer instala bancas nas regiões do entorno da cidade”, acrescentou o gerente revelando que a partir da semana que vem, quando começa a funcionar um parque de diversões no local, a Praça Bom Jesus também será liberada para vendedores ambulantes cadastrados que comercializam pipoca, churros, algodão doce e outros produtos comestíveis. Segundo ele, somente nesse segmento estão inscritos 30 vendedores ambulantes para atuar na Praça Bom Jesus.
Além de manter um veículo circulando pelo centro para identificar vendedores ambulantes que chegam diariamente à cidade sem dispor de autorização para instalar suas bancas e retirá-los das ruas, Jeremias Vidal revelou que a fiscalização recebe um reforço dos próprios camelôs cadastrados pelo Município. “A concorrência e a falta de autorização acabam forçando os próprios camelôs a denunciar aqueles que vêm de outras cidades”, disse Jeremias Vidal.
CADASTROS
Ele não soube informar o número exato de camelôs cadastrados pelo Município que hoje atuam na cidade, mas assegurou que dispõe de meios para identificar todos que trabalham com a autorização da Prefeitura e os que operam na clandestinidade. “Os que estão regularmente cadastrados são todos eles nossos conhecidos”, justificou o gerente de Fiscalização e Posturas, garantindo que esse conhecimento facilita a identificação, principalmente daqueles que moram em cidades circunvizinhas e que montam suas bancas ilegalmente. Hoje, de acordo com o gerente de Fiscalização, o número de autorizações para o comércio ambulante se aproxima de 300, sem incluir as pessoas que vendem, água, frutas e produtos comestíveis nos cruzamentos de ruas e avenidas de maior movimentação.
Jeremias Vidal informou que o primeiro contato com esses novos camelôs é verbal. “Educadamente, pedimos que saiam dos locais onde montam as suas bancas”, disse o gerente de Fiscalização e Posturas, explicando que as equipes de fiscais permanecem no local até que toda a mercadoria seja retirada e, a banca, desmontada. Segundo ele, se houver reincidência o camelô é notificado e, em um novo flagrante, toda a mercadoria é apreendida e aplicada uma multa de valor correspondente à avaliação de toda a mercadoria.
Hoje, a Divisão de Fiscalização e Posturas conta com 23 fiscais. Ele revelou, no entanto, que o foco principal dessa equipe é a verificação da existência ou não de alvarás de funcionamento, exigido de todo o tipo de comércio e serviços. “Mas atuamos também na fiscalização do comércio ambulante, principalmente nos finais de ano, quando muitos camelôs migram de outras cidades para Anápolis por causa do aumento das vendas”, disse Jeremias Vidal antecipando que a fiscalização mais intensa será mantida até a primeira semana de janeiro.

Autor(a): Ferreira Cunha

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