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Alunos promovem paralisação na UEG

Educação Comentários 13 de abril de 2019

Eles reclamam da estrutura precária de laboratórios


Os alunos da Universidade Estadual de Goiás – Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas – “Henrique Santillo”, começaram na última segunda-feira, 8, uma paralisação nas atividades acadêmicas. Na terça-feira, 09, saíram às ruas, depois de muita insistência da frente dos manifestantes que já esquematizavam a movimentação à algum tempo, e foram em direção à Secretaria de Educação, dificultando os acessos de trânsito à duas das principais avenidas da cidade – Av. Goiás e Av. Brasil.
O intuito dos manifestantes é reivindicar direitos para 2019, pois consta que a UEG só tem recursos financeiros para manter o funcionamento até o mês de agosto deste ano. Além de pautas que incluem a melhoria de infraestrutura e orçamentos de bolsas.
A Universidade tem tido dificuldade em suas manutenções. Os cursos de farmácia e química não possuem a infraestrutura adequada, pois faltam equipamentos para realizar as práticas laboratoriais. Falta infraestrutura, também, nos laboratórios de engenharia e biologia. A universidade é acusada, pelos manifestantes, de sucateamento, ou seja, não tem tomado as medidas necessárias de manutenção, o que deixa os equipamentos em mau estado.
Além do mais, as colações de grau não estão sendo viabilizadas pela UEG já há algum tempo, devido à falta de recursos financeiros, e os alunos que almejam o tão esperado sonho de formatura tem tirado do próprio bolso. As bolsas de iniciação científica, permanência e de pesquisa e extensão estão com os pagamentos atrasados em três meses. A pedida é para que, além da realização do pagamento, o valor de bolsa seja reajustado.
Em contato com a assessoria de comunicação da UEG, recebemos a seguinte nota: “Em relação à paralisação realizada por estudantes do Câmpus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas Henrique Santillo, a Universidade Estadual de Goiás (UEG) informa que o reitor em exercício, Ivano Devilla, recebeu na tarde de ontem (segunda-feira, 08/04) os manifestantes. As reivindicações foram entregues à reitoria e serão analisadas. A instituição entende e respeita o direito de sua comunidade acadêmica à livre manifestação e se coloca à disposição para negociar”.

Autor(a): Gabriel Bordori

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