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Ações provocam redução de homicídios

Segurança Comentários 16 de agosto de 2018

No acumulado de janeiro a julho foram registrados 68 homicídios, contra 98 no mesmo período do ano passado


Atribuída pelo titular do Grupo de Investigação de Homicídio, delegado Vander Coelho como consequência de várias ações desenvolvidas pelo GIH e demais forças policiais, o número de homicídios praticados em Anápolis, de janeiro a julho, teve uma redução de 31% no acumulado do ano. O número foi divulgado pelo GIH, da 3ª Delegacia Regional da Polícia Civil, juntamente com a estatística de crimes violentos praticados na cidade no primeiro semestre e o seu comparativo como o mesmo período do ano anterior.
A mesma estatística mostra que nos primeiros seis meses do ano a queda foi de 23%. De acordo com o GIH, no primeiro semestre deste ano ocorreram 66 homicídios, contra 85 no mesmo período do ano passado, o que significa uma redução de 19 mortes violentas.
“Começamos o segundo semestre com uma queda considerável nos índices de homicídios praticados em Anápolis”, relata o titular do GIH. Em julho, a redução no número de mortes violentas foi de 85%. Segundo ele, em julho de 2017 foram praticados 13 homicídios em Anápolis, enquanto que no mesmo mês deste ano foram registrados, apenas três.

Forças policiais
O delegado Vander Coelho relaciona como ações importantes desenvolvidas pelas forças policiais para reduzir o número de homicídios a identificação e a posterior transferência de sete lideranças que ordenavam a prática desses crimes de dentro da Caceia Publica de Anápolis. Segundo ele, a medida proporcionou a significativa queda na estatística de homicídios, juntamente com outras ações desenvolvidas pelas forças policiais.
“Essa foi uma das motivações que resultaram na queda do número de mortes violentas”, disse o titular do GIH ponderando, no entanto, que outros fatores também estejam contribuindo com esse resultado, como o trabalho do Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (GENARC) no combate “com firmeza” ao tráfico e ao consumo de drogas e, também, do Grupo Especial de Repressão a Crimes Patrimoniais (GEPATRI) em atividades de investigativas policiais; a presença mais ostensiva da Policia Militar nas ruas e bairros da Cidade, o recorde no cumprimento de mandados de prisão de homicidas e a rápida conclusão e remessa de inquéritos ao Judiciário.
Este ano, apesar de ainda faltarem mais de quatro meses para o seu encerramento, o GIH vem batendo recordes na expedição e cumprimento de mandados de segurança e na conclusão rápida de inquéritos que investigam casos de mortes violentas. “Isso, também, tem influência na redução do número de homicídios”, garantiu Vander Coelho observando, porém, que essa redução é uma consequência de um conjunto de fatores “e não apenas de um fator isolado”.

Autor(a): Ferreira Cunha

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