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AEE é protagonista no desenvolvimento da Educação em Anápolis

Especial Comentários 27 de julho de 2018

Instituição, que completou recentemente seu 70º aniversário de existência, comemora mais um ano da história de Anápolis, sendo um protagonista importante desta história dentro do setor educacional


Para a Associação Educativa Evangélica - AEE, os 111 anos de Anápolis, que serão completados no dia 31 de julho, demonstram a força de uma cidade que se tornou símbolo do desenvolvimento da Educação. O setor educacional alcançou patamares que nunca foram imaginados pelos fundadores da instituição, hoje com 70 anos de existência.
Para comemorar este momento festivo e homenagear o município, serão apresentados abaixo alguns fatos históricos que marcaram a presença da Associação Educativa Evangélica em Anápolis, desde sua fundação até os dias de hoje. A instituição, juntamente com todos os responsáveis pelo seu desenvolvimento, tem orgulho de fazer parte desta história! Década de 1920 – Destaca-se nesta época a presença de cristãos pioneiros protestantes em Anápolis que formariam as bases da Educação em Anápolis. Dentre eles, é importante citar Carlos Pereira de Magalhães, filho do Revº. Eduardo Carlos Pereira de Magalhães (1855-1923), fundador da Igreja Presbiteriana Independente, sua esposa Gertrudes Magalhães e a filha Alice Magalhães; o educador Jarbas Jayme (1895-1968) e sua família. Também tiveram ampla participação neste processo um grupo de missionários da União Evangélica Sul Americana (UESA), criada em 1911, como Archibald Tipple (1888-1972). Ainda nos anos 1920, James Fanstone fora incentivado pelo missionário canadense Mervin Grants a vir para Anápolis, considerando a expansão da linha férrea para cidade, o que ocorreu em 1935.
1925 - O médico James Fanstone e sua esposa D. Dayse Fanstone fixaram residência em Anápolis. Dr. James atuou ativamente na fundação do que viria a ser a Associação Educativa Evangélica. Em 1925, James Fanstone instalou a primeira casa de saúde da cidade. Logo em seguida implantou a primeira igreja protestante do município. Junto com Jarbas Jaime, Carlos Pereira Magalhães e Genserico Gonzaga, dentre outros, fundaram o Instituto de Ciências e Letras, que foi a primeira escola secundarista em Anápolis. Em 1927, Dr. Fanstone iniciou os trabalhos do Hospital Evangélico Goiano (HEG), que foi o segundo hospital de Goiás.
1932 - No dia 25 de fevereiro de 1932, sob a liderança do promotor de justiça Carlos Pereira Magalhães e dos membros fundadores, James e Daisy Fanstone, o Pr. Eliel Martins, o Dr. Kenneth e Grace Wadell, Arinesto de Oliveira Pinto, o jornalista Jarbas Jayme, além de outros protestantes da cidade, teve início as atividades do Colégio Couto Magalhães. Esse primeiro colégio confessional foi a instituição que daria origem à AEE.
2ª Guerra Mundial (1939 - 1945) - Durante a Segunda Guerra Mundial, o Colégio Couto Magalhães começou a sofrer dificuldades financeiras. O prof. Antônio de Oliveira Brasil, em Anápolis desde 1939, assumiu a direção da escola primária e ajudou na criação do Ginásio Couto Magalhães (1941). Após o fim da guerra, professor Brasil foi substituído pelo Revº. Arthur Wesley Archibald (1906-1986), que comprou o Colégio Couto Magalhães.
1947 - No dia 31 de março de 1947, na cidade de Anápolis-GO, era criada a Associação Educativa Evangélica (AEE). O grupo fundador era composto por nove pessoas de confissão protestante, originários de três países, pertencentes a cinco diferentes denominações religiosas.
1959 - Em 1959, a AEE contava em seu patrimônio as seguintes instituições: Educandário Nilza Risso, em Cristianópolis-GO; Escola Luiz Fernandes Braga Filho, em Itapací-GO; Livraria Evangélica, em Anápolis-GO; e Normal Regional, em Cristianápolis-GO. Essas ultimas instituições foram desativadas posteriormente (Estatuto da AEE, 1959).
1961 - Em 1961, a AEE criou a primeira Faculdade do interior de Goiás denominada Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão com os cursos de Pedagogia, Geografia, História e Letras Anglo-Germânicas. Depois vieram as Faculdades de Direito de Anápolis (1969), a Faculdade de Odontologia João Prudente (1971) e a Faculdade de Filosofia do Vale do São Patrício, em Ceres (1976). Em 1993, ocorreu a união destas faculdades, constituindo as Faculdades Integradas da Associação Educativa Evangélica, por força de seu Regimento Unificado.
2004 - Convicta da relevância de sua proposta educacional, fundamentada em valores cristãos, éticos e democráticos, recebendo alunos de diferentes partes do Centro-Oeste do Brasil, as Faculdades Integradas da AEE foram credenciadas como Centro Universitário de Anápolis, por meio da Portaria Ministerial nº 628, publicada no Diário Oficial da União nº 52, em 16 de março de 2004. Esse foi o primeiro Centro Universitário de Goiás, que passou a utilizar o nome fantasia UniEVANGÉLICA.

2017 - A Associação Educativa Evangélica comemora o seu 70º aniversário. Fruto de ação missionária, a sua história está vinculada à história das instituições protestantes no Brasil, sendo uma das pioneiras no Centro-Oeste brasileiro.

História recente e princípios
A Associação Educativa Evangélica está fundamentada em princípios cristãos. A Instituição tem ainda a visão de que será reconhecida como instituição cristã de educação e centro de excelência em ensino, pesquisa e extensão, utilizando conceitos inovadores de gestão.
Em busca da expansão visando cumprir sua missão, a instituição tem ampliado a sua atuação em Goiás, com unidades nas cidades de Ceres, Goianésia, Jaraguá, Rubiataba, Senador Canedo e preparando outro polo em Aparecida de Goiânia. A AEE conta atualmente com um total de 15.149 alunos. No ensino superior, a Associação Educativa Evangélica é mantenedora de seis instituições de ensino e, na educação básica, mantém três colégios. Em 2015, foram ofertados 45 cursos de graduação com uma média de 12.889 alunos matriculados e um total de 752 docentes no nível superior.
A Instituição tem investido na qualidade da prestação de serviços em suas instituições mantidas, como os colégios e faculdades. Conta atualmente com um mestrado em Ciências Ambientais, mas está investindo na ampliação dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu e na qualificação da pesquisa e publicação científica. A instituição conta com um portal de periódicos científicos com indexações importantes e com qualificação na CAPES.
Também tem programas institucionais de extensão (Criar e Tocar, Amazônia, dentre outros), atendendo uma demanda que inclui não apenas o Estado de Goiás, mas toda a região Centro-Norte do Brasil, inclusive com projetos na Amazônia e outros com alcance internacional, em parceria com organizações missionárias. O sonho dos pioneiros era na formação de uma importante universidade, e esse tem sido o alvo para a Instituição nesses próximos anos.
Informações colhidas a partir de pesquisa feita pelo Capelão Universitário, Heliel Gomes de Carvalho e o Pró-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Ação Comunitária, Sandro Dutra e Silva

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