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Abertura do 23º Salão Anapolino de Arte acontece neste sábado, 26

Cultura Comentários 24 de agosto de 2017

Durante a solenidade de lançamento da mostra é feito o anúncio dos nomes dos vencedores


O anúncio dos nomes dos cinco vencedores – quatro artistas e um curador - do 23º Salão Anapolino de Arte acontece na noite de sábado, 26, durante a abertura da mostra, na Galeria Antônio Sibasolly. A exposição fica aberta ao público até 28 de outubro, das 8h às 12h e das 14h às 18h, e a entrada é gratuita. Os premiados são escolhidos entre os selecionados que, neste ano foram definidos pela Comissão de Seleção formada pelos profissionais Daniela Labra, Rodrigo Vivas e Bitu Cassundé. A comissão que apontou os prêmios foi composta por Agnaldo Farias, Jailton Moreira e Marcus Lontra.
Realização da Prefeitura/Secretaria Municipal de Cultura e da Associação de Amigos da Galeria de Artes Antônio Sibasolly com recursos do Fundo de Arte e Cultura do Estado de Goiás, o 23º Salão Anapolino de Arte oferece mais de R$ 70 mil em prêmios neste ano, e uma programação com oficinas, mesa redonda, e mostra coletiva com os artistas premiados.
E, para o Prêmio Curadoria, novidade nesta edição, os finalistas foram Ana Avelar (Distrito Federal), Divino Sobral (Goiás) e Maria Adelaide Pontes (São Paulo). O Prêmio Curadoria consiste na realização de um projeto de exposição com participação exclusiva de artistas do Centro-Oeste. Aos quatro artistas escolhidos – dentre os quais um deve ser goiano - é oferecida a premiação de R$ 10 mil. Os 20 selecionados recebem uma ajuda de custo no valor de mil reais, deduzidos impostos. Para o vencedor na categoria curadoria também é destinado um prêmio de R$ 10 mil.
A mostra apresenta um grupo de 20 artistas. Oito deles utilizam uma das mídias mais relevantes e difundidas na segunda metade do século XX e início do XXI - a instalação - que continua se reinventado por meio de hibridações das linguagens e procedimentos plásticos. Neste segmento estão os trabalhos de Bruno Faria, Felipe Seixas, Hêlo Sanvoy, Karina Felipe, Manoela Medeiros, Raquel Versieux, Rondinelli Linhares e Rubens Pileggi.
Nesta edição, seis artistas lidam com questões relacionadas, especificamente, com a artesania, perpassando pelas mídias do desenho, da pintura e da escultura. Nesse grupo são apresentadas as obras de Antônio Obá, Bruno Drolshagen, David Magila, João Maciel, Sani Guerra e Virgílio Neto.
O terceiro agrupamento de artistas lança mão da fotografia, em seus múltiplos desdobramentos, para dialogarem com o mundo abordando questões urbanas, sociais e filosóficas. Apresentam-se, aqui, os trabalhos de Célio Celestino, Gabriel Bicho e Rei Souza, além das obras de Daniel Moreira e Daniel Jablonski - objetos e instalações - que têm como base a fotografia para a produção de suas narrativas poéticas.
Completando o grupo, apresenta-se Gilson Andrade, jovem artista emergente, que participa do Salão com performance, mídia selecionada e apresentada pela primeira vez na história do Salão Anapolino de Arte. Não se pode deixar de mencionar que esta edição inova ao criar o Prêmio Curadoria, visando estimular a pesquisa e a reflexão sobre a produção de arte contemporânea do Planalto Central.
Homenagem
Desde o ano passado, a organização do Salão decidiu incorporar à programação de abertura do evento uma sessão de homenagem aos artistas anapolinos. No 22º Salão Anapolina a escolhida para receber esse reconhecimento foi Zeneide Lucena e, neste ano, o homenageado é Erasmo Mageri, cujas limitações físicas nunca se interpuseram como obstáculo em seu caminho. Aos 55 anos é um artista reconhecido pela crítica e colecionadores de obras de arte. Realizou inúmeras exposições individuais e coletivas em todo o estado de Goiás. O artista plástico é primoroso em sua técnica "acrílico sobre papel e tela" e desenvolve um trabalho de arte sacra, destacando-se São Francisco de Assis e a Santa Ceia, além de outros temas como autorretratos e cavalos.
Sobre o Salão
Com trinta e oito anos de existência e chegando à sua vigésima terceira edição com mais de 700 artistas inscritos, não é exagero afirmar que o Salão Anapolino de Arte tornou-se referência fora do eixo Rio-São Paulo. O Salão apresenta-se, hoje, entre os principais mecanismos de promoção da arte contemporânea no Planalto Central, e, portanto, inverte a lógica estabelecida entre centro e periferia, afirma seu curador, Paulo Henrique Silva, também coordenador da Galeria Antônio Sibasolly. “Os Salões regionais e geograficamente localizados no interior apontam para um novo norte, assumindo importante papel no mapeamento da produção contemporânea do Brasil”, avalia Silva.

Autor(a): Da Redação

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