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A tendência para os presentes

Comportamento Comentários 05 de junho de 2009

Levantamento realizado pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Anápolis, revela como o anapolino pretende surpreender o parceiro na celebração da mais romântica data do calendário


De zero a 10, que nota você daria para a sua namorada, ou namorado? Das 400 pessoas entrevistadas pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Anápolis, entre os dias 25 a 29 de maio último, 108 deram a nota máxima. Outras 152 deram notas 9 e 8; 40 deram nota 7; e os 51 restantes dos entrevistados, deram notas de seis para baixo. O clima, portanto, é de alto astral entre os casais que aguardam, com ansiedade, a chegada do Dia dos Namorados (12 de junho). A pesquisa realizada pela entidade, entretanto, buscou mais do que identificar os potenciais românticos. Objetivou, principalmente, apurar quais as tendências dos consumidores para a data, considerada uma das melhores do setor de vendas a varejo.
O levantamento da CDL aponta que 78% dos entrevistados desejam presentear os seus respectivos parceiros. 22% deles, porém, responderam que não vão dar presentes. No topo da lista dos que vão receber presentes, segundo os entrevistados, estão: 60%, namorado (a); 28%, esposo (a); 7%, companheiro (a); 3%, “ficante” e 2% outros.
Entre os itens preferidos, lideram a lista, os artigos de vestuário (20,77%), seguidos de calçados (12,14%) e perfumaria (10,86%). Na época do levantamento, porém, 17,57% dos entrevistados ainda tinham dúvida sobre com o que presentear. Os entrevistados também foram perguntados sobre o que gostaria de ganhar. Eis as respostas: vestuário (31,25%), celulares (8%) e calçados (5,5%). E, pelo visto, o gosto dos namorados está em dia. Do total pesquisado, 87% revelaram que gostaram do presente que ganharam no ano passado, também no Dia dos Namorados.
A CDL quis saber, ainda, quanto os namorados pesquisados estariam dispostos a gastar na compra do presente. Nesta avaliação, 27% dos entrevistados responderam que pretendem desembolsar de 51 a 100 reais; 25% de 101 a 150 reais; 15% de 200 a 300 reais; 15% até 50 reais; 14% de 151 a 200 reais; 3% acima de 500 reais; 1% de 301 a 500 reais. Os consumidores manifestaram preferência por pagamento em dinheiro (54%), seguidos por cartões de crédito (20%) e crediário (10%). Um outro dado curioso do levantamento: 71% dos entrevistados manifestaram preferência pela compra do presente no comércio tradicional de rua; 16% dos entrevistados apontaram os shopping center’s e 4% o comércio informal.


Amostra da pesquisa
Segundo foi divulgado pela CDL, a margem de erro do levantamento é de 5% para mais ou para menos. Do total de entrevistados, 56% são do sexo masculino e 44% do sexo feminino. O grupo de entrevistados foi heterogêneo: 51% de solteiros, 36% de casados, 12% de separados/divorciados e 1% de viúvos. Por faixa etária: dos 400 entrevistados, 31% têm entre 19 e 25 anos; 29%, de 26 a 30 anos; 17% de 31 a 40 anos; 10% de 41 a 51 anos; 8% até 18 anos; e 5% acima de 50 anos. Quanto ao rendimento, 34% declaram ganhar de cinco a 10 salários mínimos; 26% de dois a cinco salários mínimos; 19% de até dois salários mínimos; 17% de 10 a 20 salários mínimos; 4% acima de 20 salários mínimos. Quanto ao nível de escolaridade, 50% dos entrevistados cursam ou completaram o ensino médio; 19% são universitários; 17% cursam ou tem o ensino fundamental; 11% são graduados; 2% pós-graduados e 1% são pessoas sem instrução.

Autor(a): Da redação

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